Estratégia em mídias sociais

Estratégia em mídias sociaisAutor: Fábio Cipriani

Editora: Elsevier

O autor possui grande experiência internacional e trabalha a bastante tempo com mídias sociais.

É muito interessante entender a linha de raciocínio onde ele apresenta um modelo de implantação para uso corporativo de mídias sociais.

Achei o livro excelente. Ampliou um pouco o horizonte e a percepção que possuo sobre o tema e pretendo pôr em prática muitos dos ensinamentos que vi na obra.

Quem tiver interesse pode encontrar mais informações no site do autor: FabioCipriani.

A difícil arte de liderar.

liderarUltimamente tenho percebido que muitos “gurus” têm surgido quando o assunto liderança é abordado.

No entanto, sem contar com os costumeiros “chavões”, o que realmente se pode esperar de um líder?

Concordo que não é um tema simples, mas no meu entendimento ser líder é antes de tudo entender de pessoas. Conhecer os limites de cada um, o que os motiva e acima de tudo: saber o que seus liderados esperam do seu papel como líder…

Essa é a parte mais difícil da arte de liderar. Fazer com que as pessoas gostem do seu papel, de seu engajamento e antes de tudo o respeitem como indivíduo.

Isso tudo não possui uma receita a ser seguida, mas começa obrigatoriamente com o diálogo. Nunca pense que alguns minutos de conversa com as pessoas de sua equipe, empresa ou comunidade é um tempo desperdiçado. Somente dessa forma conseguirá avaliar o grau de envolvimento de cada elemento que compõe o grupo e fica um pouco mais fácil determinar o tamanho do esforço que o papel do líder precisará dispor.

Em suma: acredite nas pessoas.

Dê à elas um pedaço de trabalho a ser compartilhado com o grupo; faça-as sentir a importância do papel desempenhado para a realização do todo.

Ser líder não é fácil, mas é o trabalho mais empolgante do mundo!!!

O dia em que fui aprovado na certificação ITIL Foundation

itil foundationNão tenho a intenção de fornecer informações sobre como passar na certificação ITIL Foundation, pois existe um universo de sites especializados para isso; cada um deles possui uma receita onde o candidato possui 100% de chance (se é que isso existe) de ser bem sucedido.

Esse mercado movimenta muito dinheiro e os centros de treinamento disputam novos candidatos aos tapas.

No entanto, é possível ser aprovado (lá se foi minha promessa de não fornecer informações sobre como passar na certificação) sem ao menos ter pisado em um centro de treinamento credenciado.

O único problema de estudar sozinho é o compromisso firmado consigo mesmo. A simples menção de “perder” alguns finais de semana de lazer para ficar enfurnado em livros e simulados faz algumas pessoas estremecerem; mas para conquistar algumas coisas é importante estar ciente de que vamos “sacrificar” um pouco de nossas confortáveis rotinas. Sei muito bem que não é fácil negociar com nossa família, mas não existe conquista sem esforço!

Vencida a barreira (sair da zona de conforto) vem o próximo passo: o planejamento. Não caia no erro de pensar que é o super homem (ou super mulher) e traçar metas difíceis; faça um caminho consistente, baseado em pequenas conquistas, pois assim você não perderá o “vigor” e a cada pequena etapa vencida faça algo muito difícil: dê um prêmio à você mesmo! Afinal aquela velha reclamação de que seu chefe não reconhece seu trabalho não pode ser aplicada ao seu único e verdadeiro chefe – VOCÊ.

Sempre achei aquelas assinaturas quilométricas, com um monte de siglas (PMP, ITIL, Prince2, CISSP), fora de moda e um tremendo “polidor de ego”.

Hoje, mais velho (e um pouco mais experiente), reconheço que aquilo tudo significa um objetivo cumprido, o resultado de um esforço que ninguém (ou quase ninguém) viu você fazer. Então porque não mostrar que você foi vitorioso? Afinal no mundo de tecnologia o profissional vive da fama que conquista perante ao mercado.

O encantador de stakeholders.

stakeholdersTenho verificado que muitos de meus colegas sentem dificuldades na implantação de seus projetos. As reclamações possuem muita coisa em comum e percebo que giram em torno de um ponto central: a falta de apoio dos “usuários”.

Esmiuçando um pouco o termo “usuário”, que em minha opinião não é mais adequado em tecnologia da informação, posso encontrar diversas vertentes; além das pessoas que certamente irão utilizar o produto final do projeto, o entorno e as pessoas que atuam em áreas periféricas são diretamente interessadas.

Cursos de gestão repetem de forma insistente o “mantra”: mapeiem todas as partes interessadas, encontrem as pessoas afetadas pelo projeto… Parece fácil, mas não é!

Lidar com grandes grupos de pessoas requer muita dedicação e uma fenomenal disposição. A formação de um profissional de TI dificilmente possui disciplinas com ênfase em “pessoas”.

Como fazer então para lidar com todo esse “problema”? Não há uma receita, mas algumas dicas podem ser levadas em consideração:

  • Desça do “pedestal” da tecnologia. Evite jargões, para que consiga se fazer entender entre as pessoas que trabalham em áreas distintas do meio tecnológico;
  • Aproxime a TI das pessoas. Faça-as entender que o apoio de um ambiente tecnológico tem muito a acrescentar positivamente em suas rotinas;
  • Desmistifique o profissional de TI. Nem todos sabem consertar um PC ou passar um cabo de rede. Existem áreas e áreas e não temos a possibilidade de saber tudo sobre tecnologia.
  • Saiba dizer “não” com propriedade e caso não conheça uma resposta nem pense em sentir-se envergonhado de assumir a ignorância momentânea em determinados assuntos.

Enfim, transforme seus “usuários” em pessoas e certamente ficará mais simples de implantar seus projetos com sucesso.

Modelagem de processos usando Bizagi.

Mapeamento de processosHoje em dia, o profissional de TI precisa estar alinhado com as diversas práticas existentes para efetuar um bom trabalho e obter o melhor resultado final possível.

Uma forma de minimizar o impacto de um desenvolvimento ou uma intervenção para um novo serviço é realizar um mapeamento do processo a ser trabalhado. Não é mais aceitável confiar apenas no bloco de anotações e sair desenvolvendo até acertar a entrega do produto que o dono do processo espera.

O foco deste post não é expor o “antes” do levantamento do processo, mas comentar sobre a ferramenta (na minha opinião, uma das mais completas) Bizagi (www.bizagi.com).

A facilidade que a suíte proporciona facilita e muito o trabalho do analista de processos. A ferramenta é grátis e possui um site muito bem estruturado. Analistas em início de carreira ou mais experientes podem desfrutar de todos os elementos de BPM dentro da console de desenho de processos.

Outra facilidade que me chama a atenção, são os e-learnings bem estruturados e abrangentes (desde o básico até um nível bem avançado).

Para quem se interessar, há um modelo de certificação na ferramenta, que agregado às certificações de BPM existentes podem transformar um possível candidato em um analista requisitado no mercado.

Recomendo.

O perfil do líder atual.

LiderEstá mais difícil liderar sua equipe? As pessoas estão mais exigentes em relação ao cargo de liderança? Estão impacientes sobre modelos antiquados onde o gestor (líder) apenas “ordena” e não está alinhado com as expectativas individuais e coletivas do grupo?

Perguntas difíceis de responder prontamente.

Tenho observado uma “evolução” no perfil das pessoas que compõem as equipes com as quais trabalhei (e trabalho). Para liderar seu time é necessário estar presente no cotidiano de cada elemento, participar de forma ativa, delegar com responsabilidade, cobrar resultados (mas nada absurdo) e principalmente: saber ouvir! Os talentos individuais precisam ser estimulados de forma a colaborar com a inteligência coletiva da equipe. Não raro, os talentos evadem de uma corporação com o discurso de que não foram aproveitados ou não possuíam um ambiente estimulante onde os desafios e a meritocracia sejam reais, bem como as recompensas de um bom trabalho…

Aparentemente são os principais pontos que identifiquei acompanhando minhas equipes.

A fidelidade corporativa não existe mais, o que ficou é a fidelidade às pessoas com as quais trabalhamos. Conquistar isso é um raro exemplo de sucesso para os líderes.

O perfil de um líder atual precisa estar alinhado com desenvolvimento individual constante, gostar de trabalhar com pessoas, possuir uma “linha mestre” com sua própria ética profissional e pessoal, ter ciência de que o trabalho é possibilitar aos seus liderados que eles possam fazer o que são melhores, com apoio e supervisão para que todos saibam onde é o “norte”.

Enfim, ser líder não é uma tarefa fácil. Se você possui algumas das características acima, seja bem-vindo. O mundo precisa de líderes cada vez melhores. Seja um deles!!!

Mídia social funciona?

Midias-SociaisUltimamente as pessoas estão se dando conta do poder que as mídias sociais trouxe à cada um de nós.

Com a disseminação de conteúdo ao alcance de um clique, ou apertar de botão, as empresas estão aprendendo a se comportar com esse novo método de interação com seus clientes. Cada pessoa que possui um smartphone e uma conta em qualquer rede social atual é uma grande aliada ou um crítico ferrenho.

No entanto para que essas ferramentas agreguem algum valor para quem usa é necessário ter em mente o que se espera de tanta exposição. Outra boa prática e separar as principais ferramentas de acordo com o seu propósito explícito de uso (ex.: Facebook , amigos; LinkeIn, profissional; Twitter, notícias; SlideShare, compartilhamento de conteúdo).

Após esse “entendimento” prévio do potencial de cada ferramenta o trabalho inicia com o uso diário desses produtos. A criação de conteúdo precisa ter um fluxo considerável para que as pessoas “enxerguem” potencial e comecem a agregar algum valor em relação ao seu trabalho.

Crie listas consistentes e aumente sua networking. Crie grupos e faça moderação inteligente. Reforce seus perfis on-line e referencie as diversas mídias que usa para que tenha um “perfil único na internet”. Todas as pessoas que usam as informações disponibilizadas por você devem saber que possui mais de um canal de comunicação.

Na seção “livros” desse blog temos vários autores interessantes com dicas para aumentar o seu “poder” na rede.

Mapeamento de processos: fácil de fazer?

ProcessosQual analista de processos já não se deparou com a célebre frase: “eu sei fazer, mas não sei explicar”…

Isso é bem mais comum do que se imagina. As pessoas executam suas ações de forma repetitiva e muitas vezes o fazem no modo “automático”, deixam de pensar em possíveis chances de otimizar o próprio trabalho; é aí que entra um profissional, em minha visão, ainda pouco reconhecido no mercado de trabalho brasileiro: o analista de processos de negócios.

Esse profissional precisa agrupar uma série de competências técnicas e comportamentais que o auxiliem na “extração” da informação de pessoas como as que citei acima.

Para realizar um bom levantamento de processos de negócio, é preciso questionar as pessoas de uma forma consistente. Suas perguntas devem ter uma característica de “ondas sucessivas”, onde as questões iniciais definem o macro escopo do processo. Na sequência, o analista de processos precisa delimitar o mapeamento inicial e começar o árduo trabalho de esmiuçar os macro processos já levantados. É nesse momento que o valor desse tipo de profissional se faz presente. Em cada nível de detalhe, em cada “SIM” ou “NÃO” apontado no levantamento.

A terceira “onda” é a mais trabalhosa, pois envolve uma análise e conhecimento profundo do analista e da própria pessoa envolvida (dona do processo). É o apontamento da melhoria nos processos mapeados. Algumas ferramentas auxiliam nesse trabalho (www.bizagi.com), mas o feeling do analista de processos de negócios é fundamental para o sucesso dessa atividade.

Ainda creio que o mercado nacional irá ceder mais crédito à esse tipo de profissional. Espero que seja em breve!

Informações em (www.abpmp-br.org)

 

Boom de mídias sociais

Autor: Jeffrey Gitomerboom_das_midias_sociais_big

Editora: M. Books

Excelente livro.

No início parece um pouco chato, pois o autor é dado a “chavões” do tipo: “eu sou o cara”, “farei você vender melhor” e por aí vai.

Vencida essa barreira inicial, ele dá dicas no uso profissional de diversas mídias sociais que eu considerei valiosas. Implementei algumas delas em meus canais sociais e acredite, estão funcionando!

A leitura é fácil, pois o autor não é dado a uma linguagem rebuscada. Simples e informal na maioria das vezes, como disse acima, seus conselhos se mostraram úteis.

Recomendo.

Gestão de fornecedores: o caos generalizado!!!

imagesÉ impressionante como o assédio de novos fornecedores está em alta; grande parte disso se deve aos novos canais de comunicação disponíveis, entre eles as redes e outras mídias sociais.

Dias atrás fui contatado por um fornecedor através do LinkedIn. Fiquei um tanto surpreso, pois estou lendo o livro “Boom de Mídias Sociais” de Jeffrey Gitomer, onde ele explica exatamente esse fenômeno. Novos negócios estão sendo gerados através das mídias sociais, principalmente através do LinkedIn (que é totalmente focado em negócios).

Outro aspecto que nos leva a avaliar nossa cadeia de fornecimento é a questão do preço competitivo. Muitas vezes mantemos um parceiro por bastante tempo e nos esquecemos de pelo menos verificar se o valor praticado continua interessante para nossas empresas. Concordo que leva muito tempo solicitar novos orçamentos, mas isso faz parte do jogo.

Ainda estou aprendendo a gerenciar essa miríade de empresas que apoiam o negócio do qual faço parte. De forma intuitiva criei uma lista “top 10” visando separar os meus principais fornecedores, com uma subdivisão por área de atuação (link de internet, projetores, hardware, uso e consumo, software).

Uma planilhinha  simples de gestão financeira desses fornecedores (para o caso de não haver um ERP estruturado) ajuda na hora de negociar um desconto que pode fazer a diferença no orçamento anual. Manter sempre os gastos mensais a vista facilita e muito a vida do gestor no momento de negociar com sua diretoria novos investimentos, ou até mesmo justificar os já implantados.