Por que fazemos o que fazemos?

downloadAutor: Mário Sérgio Cortella

Editora: Planeta

Afinal, o que o Dr. Cortella está fazendo aqui? O que tem a ver essa obra com o mundo de tecnologia?

A resposta é: tem tudo a ver!

Esse livro é um ótimo referencial para o profissional, seja de tecnologia ou não, pensar em seu momento no ambiente de trabalho.

Pode parecer piegas, mas equilibrar a balança entre trabalho, lazer, estudos, etc., pode ser inimaginável para a maioria dos executivos que conheço.

É preciso repensar essa relação para que sejamos mais produtivos em nossas atividades profissionais e ao final do dia de trabalho encontrar forças, pois o que costumo encontrar são pessoas extenuadas, para continuar sua vida pessoal…

Procure o elo de ligação consigo mesmo, faça coisas das quais goste: um novo idioma, um exercício físico adequado à sua idade, enfim, seja feliz na sua vida pessoal, pois certamente isso irá alavancar sua carreira profissional de uma forma que nem mesmo você sabia que era possível!

Obrigado ao Dr. Cortella por essas dicas.

 

Empresas: cuidado com o funcionário que desejam! Ele pode aparecer…

Depositphotos_52353553_mEstava conversando com um de meus colegas de profissão e surgiu uma demanda para indicação de um profissional, a empresa na qual ele trabalha estava à procura de “currículos” visando completar uma vaga interna…

Pedi para que ele me enviasse os pré-requisitos da oportunidade, pois como conheço muita gente, possivelmente conseguiria indicar alguém.

Quando recebi o e-mail com as informações confesso que fiquei estupefato, segue o motivo:

“… profissional com experiência para trabalhar em equipe, certificações (PMP , ITIL e desejável BPM), inglês fluente (desejável espanhol)… salário [aqui quase caí da minha cadeira] R$ 5.000,00, benefícios inclusos…”

Não resisti e liguei para meu colega e com um tom jocoso perguntei à ele quanto tempo essa vaga estava em aberto e qual era especificamente a função do “novo profissional”, segue um breve relato de nosso diálogo:

[Colega] – Essa vaga é para analista de projetos, temos uma infinidade de trabalho aqui e nosso gerente de projetos está precisando de uma “força extra”!

[Eu] – Entendi, e para isso vocês querem um PMP?

[Colega] – Sim, afinal o candidato precisa conhecer as melhores práticas. Não queremos uma pessoa na qual tenhamos que ensinar todo o trabalho.

[Eu] – Muito interessante. No caso do ITIL, que tipo de serviço o “candidato” vai gerenciar? Seria para TI?

[Colega] – Bom, nesse caso não sei te responder. Mas deve ter relação com a “grade de conhecimento”…

[Eu] – Ah sim, a grade… Outra questão, BPM? Ele vai levantar, analisar, otimizar os processos?

[Colega] –  Com certeza! Não podemos deixar o “cara” encostado aqui quando a baixa de projetos aparecer…temos muitos processos internos para melhorar.

[Eu] – Camarada, se aparecer algum candidato com esses requisitos por aí, me faz um favor?

[Colega] – Claro, o que é?

[Eu] – Manda pra cá que eu contrato por R$ 5.500,00!

Obs.: a imagem usada nesse post foi adquirida nesse site.

O dia em que fui aprovado na certificação ITIL Foundation

itil foundationNão tenho a intenção de fornecer informações sobre como passar na certificação ITIL Foundation, pois existe um universo de sites especializados para isso; cada um deles possui uma receita onde o candidato possui 100% de chance (se é que isso existe) de ser bem sucedido.

Esse mercado movimenta muito dinheiro e os centros de treinamento disputam novos candidatos aos tapas.

No entanto, é possível ser aprovado (lá se foi minha promessa de não fornecer informações sobre como passar na certificação) sem ao menos ter pisado em um centro de treinamento credenciado.

O único problema de estudar sozinho é o compromisso firmado consigo mesmo. A simples menção de “perder” alguns finais de semana de lazer para ficar enfurnado em livros e simulados faz algumas pessoas estremecerem; mas para conquistar algumas coisas é importante estar ciente de que vamos “sacrificar” um pouco de nossas confortáveis rotinas. Sei muito bem que não é fácil negociar com nossa família, mas não existe conquista sem esforço!

Vencida a barreira (sair da zona de conforto) vem o próximo passo: o planejamento. Não caia no erro de pensar que é o super homem (ou super mulher) e traçar metas difíceis; faça um caminho consistente, baseado em pequenas conquistas, pois assim você não perderá o “vigor” e a cada pequena etapa vencida faça algo muito difícil: dê um prêmio à você mesmo! Afinal aquela velha reclamação de que seu chefe não reconhece seu trabalho não pode ser aplicada ao seu único e verdadeiro chefe – VOCÊ.

Sempre achei aquelas assinaturas quilométricas, com um monte de siglas (PMP, ITIL, Prince2, CISSP), fora de moda e um tremendo “polidor de ego”.

Hoje, mais velho (e um pouco mais experiente), reconheço que aquilo tudo significa um objetivo cumprido, o resultado de um esforço que ninguém (ou quase ninguém) viu você fazer. Então porque não mostrar que você foi vitorioso? Afinal no mundo de tecnologia o profissional vive da fama que conquista perante ao mercado.