Google course-builder… Use sem moderação

Course-builderSabe aquela vontade de criar um cursinho para seus amigos de trabalho?

Melhorar a apresentação de algum recurso técnico através de um treinamento específico na intranet de sua empresa?

O course-builder da Google (em colaboração com a edX) disponibiliza uma ferramenta que não fica em nada atrás das pagas.

Uma plataforma open source que dá muita flexibilidade para criar um curso com boa qualidade.

Recomendo instalar e se divertir criando seus próprios cursos. Aos poucos a qualidade melhora e pode ofertar para sua equipe criar treinamentos, workshops ou o que der na cabeça.

30 dias para arrasar nas mídias sociais

30 diasAutor: Gail. Z. Matin

Editora: Best business

O autor é um renomado palestrante e especialista em marketing; apresenta de forma fácil um “programa” de 30 dias visando melhorar sua imagem on-line. Faz isso através de um plano de ação simples e em minha opinião, muito eficaz.

Apresenta aos poucos as principais ferramentas de mídias sociais disponíveis e suas diferenças. Um dos pontos fortes é com certeza o capítulo sobre o LinkedIn.

Vale a pena entender a aplicação de um plano estruturado através das mídias sociais atuais.

Gostei muito e recomendo a leitura; não apenas aos que pesquisam (como eu) sobre o  tema, mas também à quem tenha interesse em entender um pouco melhor esse “novo mundo social”…

Site da editora

 

Usando os recursos oferecidos através da Internet

7176474456_86a72ab577_zManter-se atualizado é um desafio constante para profissionais de tecnologia.

Sempre brinco comentando que somos os médicos modernos, cuidamos de equipamentos que simplesmente não podem parar (alguém já viu como fica um diretor sem poder enviar e-mail?)…

Mas a falta de tempo, viagens constantes, projetos com prazos agressivos e “ainda tem a família”, que insiste em demandar interação, não podem ser um entrave em nossa busca pelo conhecimento; afinal trabalhamos com informação…

Tenho utilizado os recursos oferecidos pelo PMI, tais como o “Knowledge Center” e os webinars das “Community of Practice” e confesso que fui salvo algumas vezes por usar algum tempo livre (entre clientes, ou projetos) para abordar determinados temas de meu interesse.

Por esses motivos recomendo a filiação. Ela traz uma série de recursos, network e descontos em publicações.

Utilizo muito alguns canais do YouTube, e sempre me surpreendo com a melhora na qualidade do material.

Pesquiso constantemente sobre métodos ágeis de gestão e como não tenho tempo (e dinheiro) para ir a todas as conferências que gostaria o YouTube me dá uma grande força.

Recomendo em especial o canal de Oleg Nesterov e o vídeo de uma convenção sobre “Agile Engineering Practices” (sob licença Creative Common)

Obs.: a imagem usada neste post usa licença Creative Common 2.0  ¹

Imagem disponível em: Olga Berrios.

¹You are free to:
Share - copy and redistribute the material in any medium or format.
Adapt - remix, transform, and build upon the material for any purpose, even commercially.

A revolução das mídias sociais

A revolução das mídias sociaisAutor: André Telles

Editora: MBooks

Esse marqueteiro é muito bom. O livro aborda conceitos muito interessantes.

O autor apresenta uma série de cases que tranquilamente pode ser transportado para as empresa nas quais trabalhamos.

O capítulo sobre sites de relacionamento social por si só já vale o livro.

Gostei muito e recomendo a todos que querem se aprofundar em estratégias de social media marketing.

Site da editora

A importância de atualizar-se constantemente…

ThinkingRecentemente participei de um fórum onde o tema principal era a evolução do “capital intelectual”; percebi que as opiniões diferiam em muito da minha.

Sempre defendi que a “especialização” é uma forma de agregar valor ao profissional e procurei defender meu ponto de vista perante meus colegas.

Usei o exemplo das certificações profissionais (Ex.: PMP, ITIL, PRINCE2) onde vejo enorme valor em um profissional que acabou se especializando na trilha de aprendizado dentro do programa de certificação proposto pelo mantenedor, ou seja, uma pessoa que estudou a fundo sobre o assunto e galgou a “carreira” da certificação.

Em suma, “confio” muito mais em um profissional que possui uma certificação dentro de determinada área e que a levou até o topo da trilha de certificação, do que em outro que possui algo em torno de 23 certificações de mercado!!!

No entanto o cerne da questão migrou para a constante evolução que o profissional de TI precisa realizar, e nisso todos concordamos prontamente.

Não podemos (falo como profissional de TI) nos dar ao luxo de pararmos de estudar, pois nossas ferramentas de trabalho evoluem a cada instante.

Esteja preparado para sempre estar sentado em sala de aula (ou em casa através de e-learning).

Mantenha sua “empregabilidade” em alta e seu conhecimento afiado… O mercado está de olho em você!!!

Obs.: a imagem inserida nesse post foi obtida através de licença creative commons. Pratique o direito.

Mídias sociais nas empresas

Mídias sociais nas empresasAutores: Arthur L. Jue, Jackie Alcalde Marr e Mary Ellen Kassotakis

Editora: Évora

Achei o livro bem abrangente. Vai desde um breve histórico (obrigatório, pois visa posicionar o leitor no contexto do tema) até um insight do uso corporativo de mídias sociais no futuro, que para mim já está acontecendo a alguns anos.

Os exemplos são muito bem apresentados e fazem todo o sentido para uma compreensão de como as mídias sociais estão trabalhando cada vez mais em prol das empresas.

É uma leitura obrigatória para quem pesquisa sobre o tema.

Ao final da leitura, minha percepção sobre as mídias sociais mudou de forma cabal; com um pouco de esforço qualquer empresa pode transformar essa máquina de informação (e interação) social a seu favor, seja aumentando sua percepção de mercado, a exposição de sua marca ou até mesmo trazendo as pessoas através de seus posts para dar credibilidade à sua atuação em seu nicho de mercado.

Mais detalhes no site da editora.

Negociando através de relações “ganha-ganha” …

Ganha-ganhaAh, o desafiador mundo das relações, sejam elas comerciais ou não, é sempre foco de grandes análises por parte de especialistas… como é possível chegar em um consenso onde ambas as partes encontrem um meio termo, uma conclusão satisfatória, um “ganha-ganha”?

Percebo, principalmente quando negocio com fornecedores nacionais, uma arraigada motivação para que uma parte leve a melhor sobre a outra. Visivelmente se trata de uma questão cultural, pois isso não fica tão explícito quando trato com estrangeiros.

Abstraindo um pouco das relações comerciais e trazendo ao cotidiano, fazemos isso desde o momento em que acordamos (negociando com esposas, filhos, sobre o que deve ser feito para o café da manhã, ou se a lição de casa estiver 100% teremos premiação); durante o trânsito (quando negociamos passagem, seja através do uso da seta, por favor, para trocarmos de faixa) e durante cada minuto de nosso dia…

O importante a entender é que não existe uma receita de sucesso para isso. Basta ter ciência de que todos possuem uma visão diferente da sua.

Ajudando outra pessoa a atingir seus objetivos, você indiretamente está dando um grande passo para a realização de seus próprios planos.

Seja honesto (inclusive consigo mesmo), confiável, maleável e exercite a paciência, pois nem todos são “experts” em negociação como você!!!

Obs.: a imagem deste post foi obtida através de licença creative commons. Pratique o direito.

Como resolver problemas? Mantenha a cabeça fria…

Mad peopleQuem nunca se sentiu ansioso ou nervoso a tal ponto que simplesmente não conseguiu mais pensar? As mãos suadas e o corpo frio?

Bem-vindo ao mundo real…. Situações de estresse parecem mais comuns do que realmente acreditamos! Somos mais vulneráveis do que achamos; em suma: somos humanos (apesar de nossos gestores ainda acreditarem que somos uma máquina)!

Tenho percebido que parte da ansiedade tem origem em momentos corriqueiros onde ações rápidas e “com pouca margem de erro” são necessárias, ou seja, nossos costumeiros “problemas diários” …

Recentemente me encontrei em uma situação exatamente como a descrita; um projeto de altíssima importância, não tanto pelo valor, mas pela criticidade da solução e pelos processos vitais envolvidos; minha equipe exalava ansiedade e visivelmente à medida em que repassávamos o plano de ação o grupo todo entrava em uma sintonia “negativa”.

Percebi que algo não estava bem quando meu líder do grupo não conseguia repetir o que eu acabara de demonstrar.

Decidi dar uma pausa e “voltar à escola” com o grupo. Falei rapidamente sobre montarmos uma matriz GUT e priorizarmos os problemas….

Pode parecer pouco, mas o simples fato de mudarmos o foco e discutirmos sobre o que cada integrante da equipe considerava um problema deu mais segurança ao time e a partir dali o trabalho engrenou de forma satisfatória.

Final da estória: trabalho concluído com sucesso. Foi um dia insano, muita atividade, pessoas estressadas, pressão da direção pelo resultado; mas a equipe segurou a “onda”…. a partir dali todos crescemos mais um pouco em nossa “vida profissional”. Resolver os problemas com a cabeça fria e de forma participativa traz sim resultados efetivos.

Obs.: a imagem deste post está sob licença creative commom.

Direito autoral na Internet. Existe?

Direito autoral

Cada vez mais me atenho a um problema comum no uso da Internet. Frequentemente as pessoas que conheço me questionam sobre o uso indevido de imagens, vídeos e textos através de sites, blogs e afins…

Realmente a “briga” nesse campo é dura. Costumo iniciar a conversa com uma breve visão do lado “do autor” do conteúdo, onde houve um investimento, seja ele financeiro, tempo ou recursos, para a preparação de um material com certa qualidade (outras vezes nem tanto), uma sequência de esforços para a publicação desse conteúdo gerado e por fim a divulgação através dos diversos canais existentes… Até aqui tudo vai muito bem e percebo inúmeras cabeças concordando com meu ponto de vista!

A próxima “visão” que tento apresentar é a do usuário de Internet, onde ele possui um universo de conteúdo, tudo isso disponível através de um simples “copy and paste”; qual o problema de apropriar uma imagem legal, uma música “maneira”, uma citação que é a “minha cara”? Jogar isso na minha própria página e…. bem… Colocar meu próprio nome como crédito, afinal tive um enorme trabalho em procurar esse conteúdo no Google e preciso ser reconhecido como um cara antenado!

É aqui onde mora o problema. Na simples ideia de dar crédito a quem não é de direito (talvez o nome direito autoral remeta a isso?); ao final dessa conversa, quem estava concordando comigo cerra os olhos e fica imaginando o quão limitado sou… O pensamento divaga e visivelmente elas lembram dos inúmeros filmes, músicas, jogos baixados através dos “maravilhosos” programas torrent.

Em suma; direito autoral somente existirá quando as pessoas que utilizam a Internet entenderem que o conteúdo existente por lá é para ser explorado, porém os créditos, o dinheiro e o respeito que existe no mundo real deve continuar seguindo o padrão, caso contrário a Internet seria uma grande chatice…

Saiba mais sobre Creative Commons.

Obs.: As imagens utilizadas em meus posts são obtidas através dos modelos creative commons. Pense nisso!

Equipes de alto desempenho: “um por todos…”

Equipes alto desempenho

Recentemente passei por uma experiência no mínimo “interessante”…

Em um projeto com prazo ambicioso (sem nenhuma novidade em se tratando de projetos) eu precisava encontrar um fator no qual a concentração de esforços fosse maximizada em torno dos “momentos principais”, visando garantir dessa forma um rápido e eficiente desempenho para que a sequência final dos trabalhos não sofresse alguma dependência em nível de esforço.

A solução foi apostar nas características individuais do time alocado para a execução dos trabalhos.

Basicamente havia três momentos do projeto:

  1. A prospecção dos fornecedores, com todo o trâmite comercial de análise para propostas, negociações buscando equilibrar os valores e assinatura dos contratos visando assumir o compromisso com o tempo necessário para entrega de todos os materiais envolvidos;
  2. A “obra estrutural”, onde a estrutura física iria passar por pequenas (mas importantes) alterações e;
  3. A implantação dos equipamentos e execução dos serviços (equipes internas e externas).

Com base nesse esboço do projeto, iniciei a identificação do skill necessário dentro de meu próprio time.

Para minha surpresa, acabei encontrando cada “elemento”, ou elo dessa corrente… Percebi que as pessoas possuem algumas capacitações “não formais” que as qualificam a executar tarefas em níveis e velocidades diferentes, levando em conta apenas essa “bagagem” individual.

Imediatamente lembrei de um livro que acredito ser uma obra obrigatória a todo gestor, “Inteligência Emocional” do Ph. D. Daniel Goleman

Realmente fez sentido todo o contexto explicado por Goleman, encontrei um ótimo “burocrata” que me auxiliou na primeira fase do trabalho, encontrando os mínimos detalhes do que era necessário adquirir, quais fornecedores contatar e no acordo de prazos.

A outra pessoa descoberta foi um excelente “hands on” que foi crucial na comunicação com a equipe de obras e manutenção.

Por fim faltava a “cereja do bolo”, uma pessoa que tivesse um elevadíssimo nível de compromisso com a entrega e com o prazo; mais uma triagem e ali estava a “peça” que faltava. Essa pessoa finalizou comigo os trabalhos que por vários dias avançaram horas a fio.

Em suma, todo um embasamento teórico foi aplicado com enorme sucesso. Fiquei realmente feliz de ter apoiado meu planejamento em questões comportamentais.

Percebi ao final que Goleman ganhou mais um fã ardoroso de sua obra (já estou seguindo ele através do LinkedIn)…