Guerra Cibernética: A próxima ameaça à segurança e o que fazer a respeito

Autores: Richard A. Clarke e Robert K. Knake

Editora: Brasport

 

Bom, esqueça tudo o que você imaginava saber sobre esse tipo de “guerra”…

Os autores possuem muita experiência no ramo e trabalharam em alguns governos dos EUA, sempre eles!

Alguns relatos parecem ficção científica, mas basta uma procura em seu buscador de internet predileto e será possível entender os fatos apresentados.

Realmente concordo com os autores sobre a evolução para o campo digital dos conflitos mundiais.

Confesso que isso parecia inimaginável, tanto quanto um vírus causar uma pandemia!

Boa leitura.

Deep WEB: Nadando em águas profundas…

shark-220748_1280Recentemente estive participando de um fórum virtual de segurança e o tema “Deep WEB” voltou à tona. Isso não é incomum quando pessoas preocupadas em bloquear ameaças, invasões, roubo de identidade se reúnem…

O problema é que a maioria das pessoas que usam a Internet como meio de comunicação pouco sabem do que se trata.

É certo que o sistema de indexação e rankeamento de páginas protagonizado pelo Google (e praticamente todos os motores de busca) facilita muito a vida das pessoas em busca de informação rápida; porém isso é algo em torno de 1% do que realmente existe no “oceano da WEB”…

Os 99% restantes são páginas que estão abaixo da “surface” e com acesso um pouco mais difícil.

Muitas pessoas que querem desfrutar desse conteúdo instalam ferramentas a fim de navegarem de forma “silenciosa”, com camuflagem para não ser invadido, hackeado, etc.

O conteúdo encontrado através desse tipo de navegação é uma faca de dois gumes, tem muita coisa interessante (documentos, e-books, manuais) mas existe muita coisa inútil, perigosa e por vezes perturbadora…

Ainda estamos atrás de uma forma para melhorar um pouco a navegação nesse imenso oceano profundo, mas não será fácil; muitas pessoas preferem o anonimato de um IP alterado para se sentirem seguras de fazer coisas boas ou más…

Obs.: a imagem usada nesse post tem licença Creative Commons e pode ser encontrada aqui.

O preço do excesso de confiança…

chain-297842_1280Com o passar dos anos vamos ficando cada vez mais confiantes na forma em que executamos nossas atividades e isso é extremamente normal; o problema é que ficamos descuidados na mesma proporção.

Digo isso baseado em uma experiência que tive recentemente; sempre fui (e ainda considero essa opinião) austero quando se trata de uso da Internet, gosto muito de realizar compras (apenas em sites seguros) de livros, eletrodomésticos e outras coisas mais, pois a facilidade aliada a bons preços costuma me atrair para esse tipo de transação on-line.

Nunca tive uma má experiência em comprar on-line (ufa!), no entanto caí no “golpe da atualização do player de vídeo” … pode parecer um nome um tanto elaborado, mas basicamente aparece uma telinha pedindo uma atualização do player de vídeo embarcado em um famoso, e por muitos considerado um excelente browser, devido à velocidade, design diferenciado e por aí vão as intermináveis justificativas para termos dois (ou mais browsers) instalados em uma mesma máquina.

É nesse ponto no qual quero chegar; estamos (falo por mim e por alguns conhecidos) tão preocupados com a segurança, pois delegamos isso às ferramentas elaboradas (antivírus, firewalls …) que por vezes esquecemos do elo mais fraco da corrente: nós mesmos! Se eu não tivesse clicado na porcaria do “sim” da atualização não estaria com uma mancha em meu ego de profissional de TI e nem teria ficado um domingo inteiro formatando o notebook …

Realmente o preço do excesso de confiança é bem alto!

Obs.: a imagem utilizada nesse post é um vetorial sem direitos autorais e pode ser baixada aqui.

Chegamos ao “Eu social”

2003-09-23_Convenience_of_a_cell_phoneNo começo da semana eu estava muito preocupado com alguns projetos que necessariamente deveriam ser entregues no decorrer da própria semana e em um bate papo com meus colaboradores ajustamos as tarefas, as datas e os detalhes para que tivéssemos o mínimo impacto possível.

Percebi que em nossos aparelhos celulares “pipocavam” sons de mensagens, alertas e chamadas telefônicas que ficaram em segundo plano.

Ao final do dia fiz uma autocrítica e me questionei da real necessidade de estar 100% conectado ao mundo; isso porque prego a máxima utilização das mídias sociais disponíveis, adoro o “Big Data“, enfim sou um “Eu social”.

Algumas correntes de críticos pregam que tamanha exposição é prejudicial ao relacionamento “real”, pois o virtual não cumpre determinados papéis… Discordo em partes; nunca estive tão “próximo” de meus familiares distantes, eles visualizam minhas fotos (através do foursquare) e sabem o que estou aprontando, acompanham minhas ideias através do Twitter e podem dar palpites, já mandei até receita de torta de rim (kidney pie) para minha avó (e olha que ela tem quase 80 anos)…

Enfim, ao final de minha autocrítica descobri que estamos em pleno processo evolutivo. Encontramos uma nova forma de nos relacionarmos e muito em breve encontraremos o meio termo da utilização de todo esse aparato tecnológico que nos expõe ao mundo em questão de segundos… até lá continuarei fazendo check in para ganhar alguns badges!!!

Obs.: a imagem usada nesse post possui licença Creative Commons.
http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3A2003-09-23_Convenience_of_a_cell_phone.jpg
Pratique o direito.

A revolução das mídias sociais

A revolução das mídias sociaisAutor: André Telles

Editora: MBooks

Esse marqueteiro é muito bom. O livro aborda conceitos muito interessantes.

O autor apresenta uma série de cases que tranquilamente pode ser transportado para as empresa nas quais trabalhamos.

O capítulo sobre sites de relacionamento social por si só já vale o livro.

Gostei muito e recomendo a todos que querem se aprofundar em estratégias de social media marketing.

Site da editora

Direito autoral na Internet. Existe?

Direito autoral

Cada vez mais me atenho a um problema comum no uso da Internet. Frequentemente as pessoas que conheço me questionam sobre o uso indevido de imagens, vídeos e textos através de sites, blogs e afins…

Realmente a “briga” nesse campo é dura. Costumo iniciar a conversa com uma breve visão do lado “do autor” do conteúdo, onde houve um investimento, seja ele financeiro, tempo ou recursos, para a preparação de um material com certa qualidade (outras vezes nem tanto), uma sequência de esforços para a publicação desse conteúdo gerado e por fim a divulgação através dos diversos canais existentes… Até aqui tudo vai muito bem e percebo inúmeras cabeças concordando com meu ponto de vista!

A próxima “visão” que tento apresentar é a do usuário de Internet, onde ele possui um universo de conteúdo, tudo isso disponível através de um simples “copy and paste”; qual o problema de apropriar uma imagem legal, uma música “maneira”, uma citação que é a “minha cara”? Jogar isso na minha própria página e…. bem… Colocar meu próprio nome como crédito, afinal tive um enorme trabalho em procurar esse conteúdo no Google e preciso ser reconhecido como um cara antenado!

É aqui onde mora o problema. Na simples ideia de dar crédito a quem não é de direito (talvez o nome direito autoral remeta a isso?); ao final dessa conversa, quem estava concordando comigo cerra os olhos e fica imaginando o quão limitado sou… O pensamento divaga e visivelmente elas lembram dos inúmeros filmes, músicas, jogos baixados através dos “maravilhosos” programas torrent.

Em suma; direito autoral somente existirá quando as pessoas que utilizam a Internet entenderem que o conteúdo existente por lá é para ser explorado, porém os créditos, o dinheiro e o respeito que existe no mundo real deve continuar seguindo o padrão, caso contrário a Internet seria uma grande chatice…

Saiba mais sobre Creative Commons.

Obs.: As imagens utilizadas em meus posts são obtidas através dos modelos creative commons. Pense nisso!

Futuro da educação ou Educação do futuro?

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Parece incrível como a mudança advindo da tecnologia trouxe enormes benefícios, vantagens e facilidades. Eu mesmo sou um exemplo do que escrevo. Finalizei um mestrado a distância em uma universidade espanhola (muito boa, por sinal).

Vejo inúmeras notícias semelhantes e as universidades não param de aumentar seus cursos a distância. É um nicho excelente com um grande potencial de crescimento.

Selecionei umas instituições que vela a pena dar uma olhada caso esteja pensando em uma formação a distância;

No Brasil

No exterior:

Vale a pena conferir!