Usando Scratch para estimular o “pensamento computacional”

Scratch

Entrei em contato com a plataforma Scratch  devido a uma missão para desenvolver uma ementa visando um futuro uso pedagógico.

No princípio não acreditei muito que fazer o “gato dançar” pudesse ter alguma utilidade para ensinar crianças a programar, no entanto com o uso acabei ficando surpreso (de forma positiva), pois apesar de estar disfarçada em uma aura de “brincadeira”, a ferramenta vai a fundo em conceitos plenamente utilizados, tais como: paralelismo, recursividade, variáveis, etc.

Outro recurso que achei muito interessante foi a enorme comunidade existente, é simplesmente incrível… Conversei com um professor que reside na Escócia e utiliza há muito tempo essa ferramenta. Ele é um entusiasta no uso do Scratch!

Fiquei muito interessado em me aprofundar nos inúmeros recursos disponíveis e confesso que após a conversa com aquele escocês mudei radicalmente minha visão sobre o uso de ferramentas que facilitem a explicação de conceitos tão complexos como os que estão relacionados à tecnologia.

Muito bom!

Como lidar com o “desgaste de uma relação” corporativa?

People arguingPode parecer brincadeira, mas é impressionante o número de pessoas que “remam no sentido contrário” aos objetivos da empresa.

Tenho minhas dúvidas se isso acontece de forma inconsciente ou é um “mal” enraizado em pessoas que simplesmente não querem ver as coisas darem certo.

Me preocupa a forma como esse tipo de pessoa coloca seu ego acima da visão corporativa e inicia um processo de críticas não construtivas ao trabalho de seus alvos.

Esse tipo de comportamento é altamente destrutivo, pois as pessoas envolvidas nesse cabo de guerra psicológico ficam realmente abaladas, frustradas e em casos mais graves, acabam evadindo da empresa por sentirem que não tem mais força para sustentar esse tipo de situação.

Presenciei ao longo de minha carreira inúmeros casos como o descrito acima. Simplesmente as pessoas deixavam de se falar e ambas sabotavam o trabalho do colega envolvido.

A única forma que conheço para ajustar esse tipo de problema é o diálogo; mas sem tomar partido, mesmo que um dos envolvidos na “disputa” seja seu amigo, afinal o bem estar de um departamento inteiro pode estar em jogo…

Em casos extemos é possível que uma das partes precise ser demitida, ou ambas.

Não é sensato ser conivente com “caras feias”, sabotagem, fofocas, etc.

Esse tipo de situação precisa ser corrigida o mais rápido possível, ou vira uma bola de neve.


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Convivendo com a “lei de Murphy”

Collision_of_Costa_Concordia_27“Se alguma coisa tem a mais remota chance de dar errado, certamente dará”.  Edward A. Murphy

Pode parecer brincadeira, mas a frase acima pode estar certa (muito certa)!

Recentemente senti isso na pele…

Um grande evento estava em planejamento e a equipe envolvida precisava demonstrar uma “virada de mesa”, pois estava desacreditada; o mesmo evento no ano anterior havia sido um desastre total!

Muita coisa estava em jogo e o planejamento entrou nos mínimos detalhes; o nível de stress estava tão alto que alguns membros do time já estavam sonhando (ou tendo pesadelos) com a realização do evento.

Por fim, no dia tão esperado, iniciamos as atividades e algumas coisas começaram a dar problema, no entanto, a equipe se comportou de maneira exemplar; todos seguiram os planos de contingência que havíamos previsto em nossas análises de risco e a mitigação foi sensacional!

Hoje tenho certeza que saímos com uma enorme lista de melhorias que poderemos implantar, mas a lição mais importante foi aprendida por todos nós: é necessário aprender a conviver com Murphy, pois “se alguma coisa…”

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O dia em que fui aprovado na certificação ITIL operational support and analysis

OSADepois de um pequeno revés (não passei na primeira tentativa) refiz a prova e “finalmente” consegui o score necessário para aprovação.

Não é uma prova difícil, não exige “decoreba”; mas exige que se tenha em mente a maioria dos processos e em algumas vezes, a sequência que a biblioteca ITIL demonstra.

É uma prova em que é necessário entender todo um contexto apresentado através de enormes parágrafos e pensar antes de responder… Isso mesmo, PENSAR!!!

Recomendo à todos que pretendem aumentar seu conhecimento em gerenciamento de serviços de TI (GSTI).

A biblioteca da ITIL oferece um excelente posicionamento, bem como, entendimento de um processo de melhoria para sua TI.

Bom, consegui mais 4 pontos para somar em busca da sonhada ITIL Expert… mas antes, a PPO que me aguarde.

 

O poder do Twitter

Twitter logoPode parecer brincadeira que um site no qual você digite 140 caracteres tenha alguma relevância no país, no meu bairro ou em qualquer lugar com pessoas “sérias…

Era isso o que eu pensava antes de finalizar meu mestrado em planejamento estratégico.

O tema de minha dissertação foi: “uso corporativo de mídias sociais” e fiquei impressionado com o “poder do Twitter”.

Com certeza os criadores da ferramenta (Evan Williams, Noah Glass, Jack Dorsey e Biz Stone) não tinham ideia do que estavam desenvolvendo, pois primeiramente o conceito seria uma espécie de SMS da internet.

A ferramenta caiu no gosto das pessoas e se popularizou rapidamente.

A facilidade de mandar pequenos recados, ideias ou simplesmente dizer à todo mundo como está se sentindo virou uma febre.

No Brasil aparentemente o Twitter não atingiu um status de “mini Facebook”, o que nos deixa na contramão do restante do globo; mas gosto é gosto e não se discute.

Em 2013 o Twitter abriu seu capital na bolsa de Nova York e arrecadou a quantia de US$1,82 bilhão e foi avaliado em US$ 24,57 bilhões. Nada mal para um serviço de SMS através da internet.

Hoje não tenho dúvida do poder do Twitter. É uma ferramenta extremamente útil, basta apenas saber utilizar.

Acho que vou fazer um tweet em seguida só para testar!

Obs.: a permissão de uso da marca "Twitter" pode ser encontrada em:
https://about.twitter.com/press/brand-assets

O poder da boa comunicação

ComunicaçãoRecentemente percebi um incremento na forma de comunicação entre os membros de minha equipe.

Como sou uma pessoa que preza pela comunicação “visual”, ou seja, abuso de desenhos, mapas mentais, organogramas, etc., possuo um caderno (isso mesmo) em plena Era de comunicação digital.

Prefiro escrever, rabiscar, fazer milhões de setas indicativas e por aí vai…

O mais interessante é que as pessoas que trabalham comigo de certa forma “absorveram” esse tipo de comunicação.

Visivelmente após esse insight, a forma de abordarmos os inúmeros temas ficou muito mais interativa, eficiente e clara.

O que ficou evidente para mim, foi a incrível capacidade de adequação dos integrantes da equipe e a busca incessante na forma de melhorar a comunicação.

Recomendo para todo gestor que tenta ser claro em sua comunicação, abusar dos recursos visuais; isso facilita a compreensão e cria um ambiente descontraído.

Deem uma olhada em:

http://www.mindmapping.com (informações sobre mind mapping)

http://www.dtbrbook.com.br (informações sobre design thinking)

São alguns sites que tem dicas e conceitos valiosos para incrementar os recursos de comunicação.

Lembrem-se: todo bom gestor precisa ser um ótimo comunicador.

 

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Informações sobre o modelo de licença:
http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/deed.en

Pratique o direito!

A importância do Software Asset Management (SAM)

ComputersVerifiquei recentemente que não tinha ideia do tamanho de meu parque de máquinas.

Não sabia quais sistemas operacionais estavam em uso e quais pacotes Office eu tinha instalado em meus equipamentos…

Comecei a pesquisar sobre SAM e após muita análise, resolvi tratar essa questão de frente.

Reuni minha equipe e juntos iniciamos o trabalho para acabarmos de vez com essa lacuna de “autoconhecimento” corporativo.

Baixei um material muito interessante da Microsoft (recomendo) para me atualizar e criamos uma planilha de base para inserirmos os dados.

Em 4 dias conseguimos realizar o inventário de forma manual.

Fiquei surpreso com o resultado; não tinha ideia de como estávamos… o Windows XP (que será oficialmente “encerrado” em abril/2014) praticamente ainda estava instalado em um elevado número de equipamentos!

Criei um plano de “migração” a curto prazo e acionei meus principais parceiros comerciais.

Hoje em posse dessa informação consigo planejar com mais eficiência. Financeiramente visualizo em tempo real o melhor investimento a ser feito.

Se alguém precisar de ajuda ou estiver disposto a debater os benefícios do SAM pode entrar em contato comigo.

Acredite, a vida de um gestor de TI fica mais fácil quando tem conhecimento pleno de seu ambiente.

 

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C@$h!: Como criar negócios altamente lucrativos na internet

C@shAutor: Joel Comm

Editora: Gente

Achei muito interessante.

Até o “capítulo 4: Infoprodutos – comercializando seu conhecimento” (o livro tem ao todo 8 capítulos) tudo o que foi escrito, em minha opinião, pode ser aplicado de forma consistente e imediata.

A partir dali o autor apresenta dicas que dificilmente podem ser aplicadas no contexto nacional, pois são desconhecidas para nós brasileiros.

O Joel Comm é um renomado marqueteiro, entusiasta de mídias sociais e um grande autor de livros (a vendagem de seus livros é enorme).

Vale a pena segui-lo no Twitter, pois ele sempre posta assuntos interessantes.

Site da editora: Gente

Chegamos ao “Eu social”

2003-09-23_Convenience_of_a_cell_phoneNo começo da semana eu estava muito preocupado com alguns projetos que necessariamente deveriam ser entregues no decorrer da própria semana e em um bate papo com meus colaboradores ajustamos as tarefas, as datas e os detalhes para que tivéssemos o mínimo impacto possível.

Percebi que em nossos aparelhos celulares “pipocavam” sons de mensagens, alertas e chamadas telefônicas que ficaram em segundo plano.

Ao final do dia fiz uma autocrítica e me questionei da real necessidade de estar 100% conectado ao mundo; isso porque prego a máxima utilização das mídias sociais disponíveis, adoro o “Big Data“, enfim sou um “Eu social”.

Algumas correntes de críticos pregam que tamanha exposição é prejudicial ao relacionamento “real”, pois o virtual não cumpre determinados papéis… Discordo em partes; nunca estive tão “próximo” de meus familiares distantes, eles visualizam minhas fotos (através do foursquare) e sabem o que estou aprontando, acompanham minhas ideias através do Twitter e podem dar palpites, já mandei até receita de torta de rim (kidney pie) para minha avó (e olha que ela tem quase 80 anos)…

Enfim, ao final de minha autocrítica descobri que estamos em pleno processo evolutivo. Encontramos uma nova forma de nos relacionarmos e muito em breve encontraremos o meio termo da utilização de todo esse aparato tecnológico que nos expõe ao mundo em questão de segundos… até lá continuarei fazendo check in para ganhar alguns badges!!!

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Preparar-se para falhar? Como assim?

FailRecentemente tive um contratempo em meu projeto profissional; me preparei para uma certificação (ITIL Intermediate – OSA) e caí no erro primário de todo candidato: “o pecado capital da soberba”!!!

Apesar desse post não tratar de espiritualidade apoio meu discurso nesse “problema”.

Acreditei que o ritmo de estudos “puxado” (dormia algo em torno de 3 horas por noite durante duas semanas) estava rendendo o suficiente para obter o score necessário à aprovação.

Resultado: no dia da prova estava cansado, não apenas fisicamente, pois a rotina de um departamento de TI sempre exige muito de seus gestores, mas também mentalmente; as certificações ITIL do nível intermediário (e todas as superiores) não exigem que o candidato decore os modelos, textos, etc., mas que o mesmo possua uma alta capacidade de discernimento para aplicar os padrões e melhores práticas que a biblioteca possui…

Fiquei frustrado ao finalizar a prova e olhar o resultado em tela, pois atingi uma pontuação tão próxima do nível que parece brincadeira (score necessário para aprovação: 28 pontos / meu score: 27 pontos); mas logo ao desligar o notebook comecei a questionar o motivo de ter falhado…

Ficou evidente que minha pressa e sobrecarga de estudo não fez bem!

Aprendi uma valiosa lição: não tenha pressa para atingir seus objetivos, apesar das metas envolverem tempo.

Acredito que a partir de agora estou um pouco melhor preparado no caso de falhar. Não sinta-se desmotivado ou com a sensação de perda de tempo; tire suas conclusões e faça autocríticas construtivas.

Se estiver preparado para “falhar” a vitória estará mais próxima com certeza!!!

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