Fundamentos de ITIL – webinar realizado em 11/10/2014

Webinar ConceptRealizei um webinar gratuito (ver completo aqui); esse será o primeiro de uma série que visa “posicionar” um pouco melhor a ITIL perante a comunidade de TI nacional.

A ideia é movimentar um pouco mais a comunidade de certificados (ou não ) em ITIL.

Participe da série, prestigie nosso movimento…

 

Obs.: a imagem usada nesse post foi adquirida aqui.

 

 

 

 

 

 

Terceirização em TI funciona?

Information TechnologyRecentemente tive uma discussão acalorada com um colega de profissão; o motivo era a divergência de opiniões a respeito do mesmo tema: “terceirizar o departamento de tecnologia”!

Em minha opinião existem atividades que facilmente podem ser repassadas a um contrato, desde que seja uma relação “ganha-ganha”, tais como: impressão, manutenção elétrica preventiva, etc..

Meu colega, com uma ideia um pouco mais radical (levando em conta a minha visão) imagina uma TI onde quase tudo possa repassado a empresas externas…

Para justificar minha posição relembrei que a  “cultura” nacional não é lá orientada a compromissos escritos em papeis. Por diversas vezes caí na armadilha de tentar resolver problemas simples com terceirização e me vi em tamanha enrascada que criei uma resistência natural; hoje em dia prefiro treinar, especializar e monitorar equipes internas, do que ficar em longos minutos de espera para atendimento em uma URA , lembrando que SLA é uma sopa de letrinhas e que se não for levada a sério pode dar uma dor de cabeça enorme para ambas as partes.

Outro item que me tira o sono é terceirizar pessoas, dificilmente um profissional terceirizado adquire um conhecimento da “cultura” da empresa na qual está alocado; e isso pode virar um furacão…

Enfim, ao final de nosso bate papo, descobrimos que ambos olhamos para a mesma “montanha”, só que estávamos em lados diferentes, mas no final das contas a “montanha” é mesma; encerramos nossa conversa e preferimos falar de assuntos menos polêmicos… Que tal futebol? Sugeriu ele… Bom, acho que descordo da sua opinião…

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#Feliz dia do programador!!!

8097327748_d4c013f2c3_zNo dia 12 de setembro foi comemorado o dia do programador!

A coisa mais interessante é que não vi grandes manifestações em torno desse ser movido a café frio, com hábitos noturnos e imensas olheiras (nem sempre dá pra terminar o projeto nas oito horas diárias previstas na legislação)…

No entanto é indiscutível a importância dessa profissão que ao longo dos anos foi galgando espaço nas empresas e diga-se de passagem, nenhuma empresa que possui um departamento de tecnologia vive sem um deles!

Fico muito contente quando encontro um bom programador e começamos uma animada conversa sobre tecnologia; por diversas vezes tenho a impressão de que consigo ler nos olhos dele: “o que esse usuário acha que sabe?”…

Na minha carreira encontrei excelentes programadores (porém eram pessoas medíocres) e atestei que apenas um bom jogador não consegue ganhar um campeonato; e é isso que um projeto de sucesso é… Uma divisão de tarefas entre pessoas (sejam programadores ou não) com mais ou menos conhecimento em determinadas áreas…

Mas hoje é dia para se comemorar, afinal não é todo dia que podemos parar de “debugar” um pouco nossos códigos…

print (Feliz dia do programador!!!)

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Como ensinar a nova geração?

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Participei de um fórum no qual o tema era aprendizagem colaborativa, e-learning e o uso das plataformas digitais voltadas à educação.

É impressionante como mudou (e rapidamente) a forma como as pessoas estão aprendendo.

As TIC’s proporcionaram um avanço sensacional no campo da educação. Hoje qualquer pessoa pode estudar no exterior (fora de seu país de origem) sem mesmo nunca ter viajado para esse país.

Até aí tudo bem.

No entanto a discussão foi para o lado das teorias, uma delas despertou o meu interesse: como a pessoa que faz uso desse tipo de tecnologia para se aperfeiçoar faz a triagem de tanta informação disponível?

Acredito que é necessário existir um “letramento digital”; uma capacidade mínima para discernir o que é relevante nesse oceano de informação e isso com certeza pode (e deve) ser ensinado.

Outras características que precisam ser exploradas nesses “novos alunos” são: gestão do próprio tempo, resistência à frustração e capacidade de comunicação acima da média (pois seus colegas e tutores não estarão no mesmo espaço físico).

Com certeza ainda veremos muita novidade nessa área.

Estou me preparando para encarar esses novos desafios, meus pequenos alunos também.

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O preço do excesso de confiança…

chain-297842_1280Com o passar dos anos vamos ficando cada vez mais confiantes na forma em que executamos nossas atividades e isso é extremamente normal; o problema é que ficamos descuidados na mesma proporção.

Digo isso baseado em uma experiência que tive recentemente; sempre fui (e ainda considero essa opinião) austero quando se trata de uso da Internet, gosto muito de realizar compras (apenas em sites seguros) de livros, eletrodomésticos e outras coisas mais, pois a facilidade aliada a bons preços costuma me atrair para esse tipo de transação on-line.

Nunca tive uma má experiência em comprar on-line (ufa!), no entanto caí no “golpe da atualização do player de vídeo” … pode parecer um nome um tanto elaborado, mas basicamente aparece uma telinha pedindo uma atualização do player de vídeo embarcado em um famoso, e por muitos considerado um excelente browser, devido à velocidade, design diferenciado e por aí vão as intermináveis justificativas para termos dois (ou mais browsers) instalados em uma mesma máquina.

É nesse ponto no qual quero chegar; estamos (falo por mim e por alguns conhecidos) tão preocupados com a segurança, pois delegamos isso às ferramentas elaboradas (antivírus, firewalls …) que por vezes esquecemos do elo mais fraco da corrente: nós mesmos! Se eu não tivesse clicado na porcaria do “sim” da atualização não estaria com uma mancha em meu ego de profissional de TI e nem teria ficado um domingo inteiro formatando o notebook …

Realmente o preço do excesso de confiança é bem alto!

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Equilíbrio entre vida profissional e pessoal… não desista disso!!!

Happy People

Como aproveitar o tempo livre? Pode parecer brincadeira perguntar algo assim, mas é fato que temos alguns “problemas” embutidos em nossos softwares pessoais (minha versão é de 1975) …

Tenho conseguido equilibrar um pouco o ritmo de meu trabalho e estou tentando, com um pouco de dificuldade, encontrar outras coisas para fazer; tirei umas certificações que a muito tempo estava querendo, iniciei um doutorado, melhorei a qualidade de meu dia a dia no trabalho … enfim, realizei um upgrade em meu “Eu” profissional.

Mas aí comecei a ter alguns problemas… e a saúde deu sinais de que nem tudo estava bem! Meu peso aumentou de forma considerável, tive uns “piripaques” que nunca aconteceram antes (alergias, gripes fortes e seguidas, dores malucas e por aí vai…), foi nesse momento que entendi que a balança precisava de um ajuste.

Comecei a caminhar de forma regular, iniciei um cursinho de harmônica (gaita) que também queria fazer a muito tempo (e sempre achei que não tinha períodos de folga em minha agenda lotada), estou dando menos importância ao relógio quando estou em casa… A melhora está visível; meu humor está ótimo, o sono? Uma beleza… e as dores que sinto ultimamente sei exatamente qual é a origem (dos exercícios físicos).

Estou tentando passar um pouco dessa visão para as pessoas que trabalham comigo, sair no horário não é sinônimo de relaxamento ou pouco caso com o emprego, mas sim resultado de um dia bem planejado e eficiente.

Aproveitem as folgas, finais de semana, as férias… esqueçam um pouco o trabalho quando estiverem fora dele.

Amanhã teremos mais oito horas juntos…

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Lições que o esporte nos dá…

8856136316_3ed635d09c_zComo todo bom fã de futebol tenho acompanhado de perto (apesar de não ter sido sorteado com nenhum ingresso) o Mundial de Seleções no Brasil.

Confesso que estou muito impressionado com o trabalho dos técnicos, pois em muitos jogos o time sai perdendo no primeiro tempo para em seguida esboçar uma reação digna de primeira página de jornal.

Mas o que acontece naqueles 15 minutos?

O time é o mesmo, a situação é a mesma, o que muda?

Como gestor gosto de fazer analogias para simplificar minhas ideias, o que ajuda a se fazer “compreendido”.

O trabalho de técnico, assim como o de um gestor, não é simples. O que não falta são pessoas dispostas a dar opiniões e “receitas” de sucesso, mas poucas delas estão dispostas a assumir a responsabilidade por algo tão grandioso quanto um time ou um departamento em uma corporação.

Infelizmente (ou felizmente) o técnico / gestor não joga; não entra em campo para dar passes precisos ou realizar tarefas técnicas complexas. Ele “apenas” organiza as coisas… Coloca cada talento em seu devido lugar!

Se um integrante da equipe é bom na defesa (ou é um excelente técnico, mas sem capacidade de lidar com o público) nada melhor que deixa-lo mais recuado (como um analista nível II); em contrapartida se outro elemento é rápido, ágil e corajoso com certeza pode ser um meio campo ou atacante (pode ficar com posições de interação com o púbico, como levantamento de requisitos ou coordenar uma equipe de campo)…

Enfim, as opções são muitas, mas exigem um “olhar” apurado, um pouco de experiência e muita dedicação… Gerenciar não é fácil (ao contrário do que a maioria pensa) e exige muita responsabilidade. A cada dia que passa é necessário planejar, pensar, avaliar, negociar…

A parte mais difícil é passar a visão para a equipe, buscar o envolvimento de cada um, indicar o “Norte” sem que o grupo esteja visualizando a “bússola”.

O Mundial de Seleções pode ser emocionante de 4 em 4 anos; mas a cada mês que fecho com “saldo positivo” em meu departamento comemoro como se fôssemos campeões, pois cada membro desse time (que joga todo dia) cumpriu seu papel…

E nosso troféu? Bom, ele se chama reconhecimento e satisfação profissional… Atualmente somos campeões… que venha o próximo mês!!!

Obs. 1: congratulo todos os técnicos esportivos e todos os gerentes, afinal não é fácil ser “vidraça”.

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Gestão de segurança da informação? Considere aprender com a ISO 27002…

Internet SecurityEstá cada dia mais difícil proteger os ativos de uma empresa!

Minha equipe e eu diariamente “quebramos a cabeça” com as mais mirabolantes teorias da conspiração quando o assunto é proteger nosso “host”…

Bem entendemos que o valor da segurança está diretamente relacionado ao que queremos proteger, mas as vezes nitidamente estamos protegendo nossa própria reputação como profissionais de TI.

É muito chato ver os alertas de nosso IDS pipocando informações e em muitos casos nossas ações são apenas “reativas”, dá vontade de descobrir quem está por trás daquele IP mandando um ataque de negação de serviços…

De uns tempos pra cá começamos a reforçar o “escudo” e por que não, “afiar a espada”. Fomos atrás de uma série de “ensinamentos do bem” (Ethical Hacker, ferramentas de intrusão, máquinas virtuais para pentest) e começamos a esmiuçar o que os sacanas virtuais tentam explorar em nossas vulnerabilidades… A conclusão que chegamos é complicada, pois a cada vulnerabilidade corrigida precisamos estudar cada vez mais, mais dedicação de todos através de muita literatura e cansativos testes para buscar a melhor e mais segura configuração de nossos recursos.

A pouco tempo tive contato com a ISO 27002 e confesso que estou gostando do assunto… A melhor estratégia é buscar uma boa gestão e essa ISO dá uma “grande força” para ambientar os novatos.

Recomendo à todos que leiam sobre o assunto, pois nesse exato momento você está sofrendo um ataque cibernético!!!

Acesso negado!

839984821_f1ee986935Ultimamente tenho percebido que a segurança das redes corporativas anda em risco…

Até aqui nenhuma novidade, pois isso acontece desde que o mundo começou a usar a internet pra valer.

Mas nossos “bandidos” virtuais estão com um nível de conhecimento bem elevado; antigamente era necessário aprender muito bem os conceitos de redes, protocolos, etc.

Hoje qualquer garoto com um pouco de tempo, pode muito bem passar em uma banca de revista (isso se estiver a fim, pois basta dar uma “googada” que uma infinidade de páginas o transformarão em um “hacker” instantaneamente…), baixar algumas ferramentas e iniciar sua vida do “lado negro da força”!

É nesse ponto que esbarramos em um divisor de águas da ética pessoal… O que fazer com esses recursos? Qual a finalidade de utilizar ferramentas de exploiting, snnifing, etc.? O mais engraçado é que a maioria deles nem mesmo sabe!

Esqueça aquela imagem disseminada pelos filmes que estamos acostumados a assistir na televisão, onde um garoto com cara de nerd digita alguns códigos “miraculosos” e como em um passe de mágica obtém acesso total ao alvo.

Existe um método para realizar testes de intrusão e análise de vulnerabilidades, mas para estar apto a realizar esse tipo de atividade é necessário conhecer a fundo esse método, bem como a grande gama de ferramentas disponíveis.

Procure mais sobre o assunto e entenda que o que você faz quando as pessoas estão te observando podemos chamar de “ética” e o que você faz quando não há ninguém ao seu lado monitorando (observando) nós podemos chamar de “caráter”.

Não caia na tentação de achar que é livre para fazer o que bem entender na internet.

Obs.: a imagem usada nesse post tem licença Creative Commons

Como lidar com o “desgaste de uma relação” corporativa?

People arguingPode parecer brincadeira, mas é impressionante o número de pessoas que “remam no sentido contrário” aos objetivos da empresa.

Tenho minhas dúvidas se isso acontece de forma inconsciente ou é um “mal” enraizado em pessoas que simplesmente não querem ver as coisas darem certo.

Me preocupa a forma como esse tipo de pessoa coloca seu ego acima da visão corporativa e inicia um processo de críticas não construtivas ao trabalho de seus alvos.

Esse tipo de comportamento é altamente destrutivo, pois as pessoas envolvidas nesse cabo de guerra psicológico ficam realmente abaladas, frustradas e em casos mais graves, acabam evadindo da empresa por sentirem que não tem mais força para sustentar esse tipo de situação.

Presenciei ao longo de minha carreira inúmeros casos como o descrito acima. Simplesmente as pessoas deixavam de se falar e ambas sabotavam o trabalho do colega envolvido.

A única forma que conheço para ajustar esse tipo de problema é o diálogo; mas sem tomar partido, mesmo que um dos envolvidos na “disputa” seja seu amigo, afinal o bem estar de um departamento inteiro pode estar em jogo…

Em casos extemos é possível que uma das partes precise ser demitida, ou ambas.

Não é sensato ser conivente com “caras feias”, sabotagem, fofocas, etc.

Esse tipo de situação precisa ser corrigida o mais rápido possível, ou vira uma bola de neve.


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