E não é que a educação virou on-line do dia para a noite?

Fiquei pensando há alguns dias, quem foi o responsável direto pela transformação digital na minha empresa e no mundo. Certamente não foi a TI, tampouco o CEO ou a equipe de transformação digital; não, o grande responsável por tudo isso foi um vírus, um de verdade, não de computador! O grande motor para a rápida inserção do mundo da educação no ambiente virtual foi o COVID-19!

Pode parecer brincadeira, mas em pouquíssimos dias as estratégias de tecnologia convergiram para o plano pedagógico como um gigantesco tsunami! Todas as empresas do segmento educacional que conheço imediatamente acionaram seus departamentos de TI para “virar a chave” da escola: do real para o virtual.

Nem todos da minha lista de conhecidos estavam preparados ou mesmo já haviam pensado nisso, pois o cenário que estamos vivendo nunca foi antes cogitado, nem mesmo nos cursos de gestão de riscos mais puxados que já fiz.

A situação atual era impensada, pois uma doença iniciada em um continente distante rapidamente se espalhou pelo planeta, provando como estamos conectados através do comércio, turismo e ciência.

Após alguns meses em quarentena o resultado certamente é satisfatório. Conseguimos evoluir as aulas e os alunos foram pouco prejudicados. É claro que a experiência nunca será igual ao que existia antes, pois o contato físico e o convívio com os colegas fui abruptamente interrompido.

Participei como speaker em uma discussão de prováveis cenários para a retomada das aulas;

São Paulo – Brasil / 22-06-2020

O que é “pensamento computacional”?

student and tablet in classroom

Estou engajado com uma iniciativa que tem me agradado muito…

Uso uma plataforma chamada Scratch para ensinar “computação criativa” a alunos do ensino fundamental e decidi mergulhar de cabeça para desvendar esse novo conceito (pelo menos em terras tupiniquins)!

No início foi um pouco difícil entender a dimensão do conceito, mas percebi que ele já está muito maduro e em pleno uso pelas principais escolas, universidades (sim, até elas) e institutos de educação no mundo.

Fiquei tão interessado que entrei em contato com algumas pessoas em outros países para extrair um pouco da experiência deles; fiquei muito surpreso com os resultados.

Atualmente estou trabalhando na tradução de uns documentos (com licença Creative Commons) para usar nas aulas do próximo ano (2015).

Basicamente a computação criativa está fundamentada em três alicerces:

  1. Conceitos (tais como: sequenciamento, loops, paralelismo, eventos, condicionais, operadores e dados);
  2. Práticas (experimentação, interação, teste, debugging, reuso, abstração e modularização);
  3. Perspectivas (expressão, conexão e questionamento).

Usando uma ferramenta (no caso o Scratch) para estimular e reforçar a computação criativa, tenho plena certeza que teremos resultados muito interessantes em breve; uma juventude melhor capacitada para o cidadão do nosso século!

Obs.: a imagem usada nesse post foi adquirida aqui.

Futuro da educação ou Educação do futuro?

Image

Parece incrível como a mudança advindo da tecnologia trouxe enormes benefícios, vantagens e facilidades. Eu mesmo sou um exemplo do que escrevo. Finalizei um mestrado a distância em uma universidade espanhola (muito boa, por sinal).

Vejo inúmeras notícias semelhantes e as universidades não param de aumentar seus cursos a distância. É um nicho excelente com um grande potencial de crescimento.

Selecionei umas instituições que vela a pena dar uma olhada caso esteja pensando em uma formação a distância;

No Brasil

No exterior:

Vale a pena conferir!