Por que fazemos o que fazemos?

downloadAutor: Mário Sérgio Cortella

Editora: Planeta

Afinal, o que o Dr. Cortella está fazendo aqui? O que tem a ver essa obra com o mundo de tecnologia?

A resposta é: tem tudo a ver!

Esse livro é um ótimo referencial para o profissional, seja de tecnologia ou não, pensar em seu momento no ambiente de trabalho.

Pode parecer piegas, mas equilibrar a balança entre trabalho, lazer, estudos, etc., pode ser inimaginável para a maioria dos executivos que conheço.

É preciso repensar essa relação para que sejamos mais produtivos em nossas atividades profissionais e ao final do dia de trabalho encontrar forças, pois o que costumo encontrar são pessoas extenuadas, para continuar sua vida pessoal…

Procure o elo de ligação consigo mesmo, faça coisas das quais goste: um novo idioma, um exercício físico adequado à sua idade, enfim, seja feliz na sua vida pessoal, pois certamente isso irá alavancar sua carreira profissional de uma forma que nem mesmo você sabia que era possível!

Obrigado ao Dr. Cortella por essas dicas.

 

CISCO Live! Um grande evento.

Aconteceu durante os dias de 11 a 15 de Junho (2018) na cidade de Orlando, FL, EUA, o evento CISCO Live!

Foi um grande hub de troca de experiências, conhecimento e novidades para o setor de tecnologia.

Foi impressionante ver as tendências de uso das redes, pelo que vi, muito em breve teremos redes que potencializam a análise dos dados trafegados e iniciam um processo de aprendizagem.

Serviços de analytics serão cada vez mais comuns e os resultados cada vez mais impressionantes… tudo isso através de nossas redes!

Que venha logo o amanhã.

Parabéns à CISCO pelo evento.

A “evolução” do usuário de tecnologia

É inegável a mudança que a tecnologia promoveu em nossas vidas… atualmente essa frase soa até um pouco piegas, pois querendo ou não estamos conectados em boa parte de nosso dia!

As facilidades de uma vida “on-line” são inúmeras, assim como também são gigantescos os problemas e riscos de termos nossa vida “real” espelhada na “virtual”…

Recentemente li em uma matéria (não era fake news, pois costumo checar a fonte) que um estado norte americano vai aplicar multas em pedestres que atravessam a rua olhando para a tela de seu smartphone! Não parece algo do outro mundo? Infelizmente não. A tecnologia traz inovações e pouco a pouco muda a rotina e a forma de como as pessoas se relacionam com o meio em que vivem.

Pode parecer brincadeira, mas pesquisas apontam que as pessoas estão cada vez mais conectadas; isso é uma “faca de dois gumes”! Como tudo na vida existe o lado bom e o “ruim”. O lado bom é relativo às facilidades que existem atualmente, tais como: e-learning, e-commerce, e-banking, etc. Por outro lado, classifico a falta de critério como um novo tipo de pessoa: os “e-diots”!

Imaginem só sair clicando em qualquer notícia e replicá-la sem o mínimo de critério, correntes “espirituais” onde em caso de deleção a futura sorte do usuário será quase um desastre! Fotos íntimas em dispositivos inseguros (o Brasil criou até uma legislação para esses casos) que de forma fácil podem ser replicadas em sites de índole duvidosa…

Realmente a vida ficou um pouco mais difícil!

Como um AP da CISCO pode curar uma lombalgia?

Antes de continuar meu post quero deixar bem claro que não se trata de uma conversa sobre saúde e / ou doenças.

Não reproduzam o relato a seguir sem acompanhamento de um especialista, que pode ser tanto um ortopedista como um analista de redes, de preferência que seja CCNA.

Estive adoentado por aproximadamente um mês, um movimento brusco que gerou um espasmo muscular em minhas costas e pronto! Descobri a duras penas para que serve o nervo ciático. Apenas para doer. E muito!

Me considero uma pessoa com certa resistência à dor, isso sem falar da minha lendária teimosia (que meus amigos chamam gentilmente de persistência) e acabei ficando um sábado inteiro à espera de algum tipo de milagre que resultasse em minha cura. Como nada aconteceu, decidi ir até um hospital e ver o que seria possível fazer para arrumar a bagunça que eu estava sentindo.

Fui até um conceituado hospital em São Paulo e como não sou um frequentador assíduo desse tipo de ambiente fiquei bastante impressionado com a organização e pronto atendimento. Passei por uma rápida triagem e o encaminhamento ao ortopedista de plantão foi feito em menos de 5 minutos.

E é nesse momento que o post começa a fazer sentido.

Eu não estava conseguindo ficar com as costas eretas e me sentia com 90 anos devido ao andar curvado e a cada passo a dor era lancinante. Como passei para uma área onde fiquei sozinho à espera do médico, saquei meu smartphone e fiquei procurando algum sinal de rede WIFI satisfatório. Fiquei impressionado!

Uma série de SSID’s organizados com nomes coerentes e uma rede aberta onde o convidado (ou paciente) poderia conectar, sem muita dificuldade. Fiquei procurando o AP responsável pela emissão de sinal, mas a pouca inclinação do meu corpo não permitia muita coisa no campo de visão. Não satisfeito andei um pouco de lado e consegui levantar as costas o suficiente para ver o equipamento. A partir daí senti que conseguiria manter aquela posição por mais tempo e na sequência o médico chamou pela minha senha… entrei com a dignidade esperada…

Enfim, a tecnologia auxilia de várias formas a área da saúde. No meu caso, bastou a curiosidade para descobrir a marca do AP para conseguir melhorar a postura que estava incomodando bastante.

Recomento fortemente às pessoas com problemas simples e dores nas costas, principalmente aos profissionais de TI, pratiquem a fisioterapia proporcionada pelas antenas da CISCO. Ainda não testei outras marcas, vai que dá certo!

A arte do “fazejamento”

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Gostei tanto dessa palavra que preciso registrá-la…
Para fazejar não é necessário ser apenas preguiçoso…  é preciso muito mais… é necessário ser muito burro e arriscar-se sem ao menos possuir uma carta na manga!
Fiz um mestrado em planejamento estratégico e acredito que tudo é um projeto; o Deus cristão fez um mundo em 7 dias (um cronograma) e em cada um dos dias ele faz algo, a luz no primeiro e por aí vai (macro atividades e se quiser podemos descer até o nível de pacotes de trabalho)… Ele foi bem esperto, pois tinha um dia na manga, que era o sétimo, pois se tudo desse errado ainda teria uma reserva de tempo…
Ao contrário disso tudo a arte de fazejar é algo indescritível; já vi desenvolvedores experientes criarem excelentes sistemas e na entrega da aplicação não havia máquina com a capacidade de processamento necessária… alguém do desenvolvimento esqueceu de avisar alguém da infraestrutura! Simples assim.
Parece piada, mas as pessoas executam as próprias atividades crentes que ao final tudo dará certo! Será algum tipo de magia?
Fazejamento tem muito de magia… os fazejadores possuem uma técnica para dominar seus projetos que se chama “gestão pela fé”! Eles rezam para que ao final tudo dê certo! Nem é preciso comentar como terminam esses projetos…
Fazejar é a cara das pessoas que adoram o improviso; não aquele improviso típico da cultura brasileira que é alardeado como excelente qualidade, mas sim o jeito “deixa a vida me levar”!
Parece que nos dias atuais em meu país muito disso se enraizou, por mais maluco que possa parecer ouvi dizer que não temos meta para a economia nacional, mas se de alguma forma batermos a “meta” (que até então não existia) o ideal será dobrarmos a própria meta…
Realmente, “fazejar” é tudo de bom!

A importância do que fazemos…

Business man overworked asking for help

Conversei com um colega há alguns dias atrás e ouvi um “caso” muito interessante!

O tema principal de nosso bate papo era a gestão do tempo em nossas atividades diárias, com foco em tecnologia (é claro)…

Na minha opinião sempre imaginei que os profissionais de TIC (tecnologia da informação e comunicação) possuíssem naturalmente a capacidade de auto gerenciar o tempo em relação a execução das próprias atividades.

É claro que em minha carreira já vi muito dos dois lados da moeda, ou seja, profissionais que só conseguem produzir alguma coisa se houver uma certa pressão (e em alguns casos a pressão é tanta que a pessoa que acaba “estourando” é  a que está cobrando!!!) e aqueles que conseguem trabalhar de forma quase autônoma; ressalto que não existe certo ou errado para essa situação. O que precisa ficar claro é o “estilo” de trabalho da organização e do próprio gestor.

Voltando ao “caso” do qual quero comentar, foi difícil conter o riso no final da história, pois meu colega estava explicando que em um de seus trabalhos de consultoria ele encontrou um gerente de TIC atarefadíssimo e visivelmente envolvido em alguma atividade “nível de prioridade zero”… Ao indagar sobre o que estava acontecendo, o gerente respondeu que estava preparando o desenho da capa de um CD e logo na sequência ele iria imprimir 1.000 cópias e somente ao final dessa atividade poderia enfim conversar sobre as atividades do projetos que estavam desenvolvendo em conjunto!

Um detalhe que me intrigou foi se o gerente deu uma olhada no contrato de prestação de serviços de consultoria e viu o valor da hora de um consultor especialista… eu rapidamente fiz um cálculo mental e percebi que uma hora do especialista pagaria as 1.000 cópias tranquilamente (muito provavelmente com alguma sobra para o café)…

Nós gestores precisamos desenvolver o senso de prioridade, e é claro alinhá-lo com o conhecimento financeiro dos nossos departamentos.

Essa conversa trouxe à tona alguns questionamentos; ou eu melhoro meus controles e aperfeiçoo a gestão por resultados (inclusive financeiros) ou talvez esteja na hora de aprender uma ferramenta moderna de design, talvez o CorelDraw…

Amor e tecnologia: até que um novo upgrade os separe!

love-1100253_960_720Comemoramos o “Dia dos Namorados” no Brasil e fiquei pensando em como a tecnologia está “dando uma força” quando o assunto é o romantismo ou apenas a “arte da paquera”…

Inúmeros “apps” (lembre-se que estamos vivendo a Era dos Aplicativos) estão fazendo o trabalho do Cupido e em minha opinião na maior parte das vezes estão automatizando, acelerando e até cobrando por algo que deveria ser a parte mais legal de um relacionamento; que é a descoberta da outra pessoa!

Não sou contra e tampouco a favor; apenas acredito que delegar minha inteligência à um programa que realiza buscas em uma base de dados através de algoritmos para melhor posicionar um perfil que possa ser de meu agrado é banalizar a minha própria humanidade.

Conhecer alguém envolve atenção e disposição para a cada dia preencher o “perfil” da pessoa em nossos corações (ou cérebros – para os menos afoitos a expressões amorosas, mas ainda assim amantes da ciência)…

Imagine a cena de um casal que se “conhece” através de um aplicativo de paqueras… Eu certamente faria uma checagem a cada pergunta e resposta para ter certeza que de tudo está certo e não houve contradição! Seria um encontro “inesquecível”, pois a coisa mais importante ali seria a conexão com a Internet!

Existem muitos apps disponíveis, os mais conhecidos são: Tinder, Bumble e Stitch… Existem muito mais e é muito provável que até a publicação deste post mais uma centena irá invadir o mercado apresentando toda uma gama de variações, tais como: aplicativos para pessoas de mesmo sexo (nunca imaginei que houvesse dificuldade em encontrar pessoas com gostos parecidos no mundo!), pessoas mais velhas, pessoas casadas que querem uma aventura fora de seus relacionamentos, pessoas que curtem encontros com outros casais… Melhor parar por aqui, pois a lista seria interminável!

Para curtir o dia de hoje, faça o seguinte: desligue seu smartphone (ou seu computador) e dê uma paquerada. Afinal, hoje é o Dia dos Namorados!

Obs.: a imagem usada nesse post tem licença Creative Commons e pode ser encontrada aqui.

Que competências em TIC são necessárias atualmente?

Cada vez mais aumenta o envolvimento da tecnologia em nossas vidas e isso não é nenhuma novidade!

No entanto tenho acompanhado algumas iniciativas de escolas, faculdades, empresas e organizações sem fins lucrativos na “jornada” que visa transformar o cidadão “comum” em um cidadão “digital”.

Eu mesmo esbocei alguns projetos voltados para esse tipo de atuação e rapidamente entendi que apenas boa vontade aliada à uma boa ideia pode não ser a solução; é preciso mais! Mais esforço, empenho de todos os envolvidos e uma considerável fatia de tempo.

Pessoalmente recomendo os canais Coursera, MiríadaX, EdX e a já consagrada Khan Academy. São excelentes iniciativas que oferecem um amplo conteúdo nas mais diversas áreas de conhecimento.

O ministério da educação do governo chileno propõe as competências “digitais” de uma forma bem clara e em minha opinião alinhada com a realidade. Certamente está no caminho certo, pois a educação em TIC precisa ser iniciada bem cedo. Visivelmente estão no caminho certo!

Vou realinhar um projeto antigo que possuo para disseminação de educação digital e tentar ajudar o Brasil a sair do “ostracismo” em que nos encontramos atualmente; não basta ter acesso à internet, é preciso saber o que fazer com ela, quais benefícios posso ter além de postar fotos em redes sociais.

Temos muita gente qualificada (e os mais preparados geralmente vão embora do país) que pode contribuir…

Estão querendo passar a mão em nossa “banda” (de internet, é claro!!!) …

2807100863_4878e36d73_zEstou acompanhando com elevado interesse a “discussão” (se é que podemos chamar assim) sobre o novo tipo de controle proposto pelas operadoras que oferecem planos de internet ao consumidor, seja ele pessoa física ou jurídica…

O cenário, em minha opinião não é nada promissor, pois entendo que ele “agride” a própria essência do serviço de internet, ou seja, reduzir a banda, cobrar valores estratosféricos pelo consumo de dados a mais do que foi contratado e por aí vão as novas diretrizes em estudo que vejo em contraposição à banda larga com qualidade e sem limite de tráfego que sempre imaginei como ideal.

Particularmente me sinto atingido em duas formas: pessoal e profissional (ainda bem que não existe mais nenhuma outra forma, pois talvez seria atingida também!).

Pessoalmente sou um usuário com elevado consumo de banda, pois possuo TV, PC, Notebooks, celulares e tablets conectados full time… Sempre fui um entusiasta do “novo mundo conectado”, pois acho que a internet das coisas é um grande avanço. Fora todo esse aparato on-line, ainda por cima estou em uma fase avançada de meu curso de doutorado, onde analiso datasets (gigantescas planilhas com dados) com diferentes tamanhos (o último que baixei tinha 2 Gb), então imagine só a redução de banda larga proposta me “encontrar” no meio de um download dessa magnitude; é muito provável que com a idade que possuo eu não consiga analisar um mísero dataset…

Profissionalmente falando o departamento em que faço a gestão seria profundamente afetado, pois em caso de nova aquisição de link corporativo seria necessário estimar a quantidade de tráfego, ou seja, no momento da proposta eu vou precisar de uma espécie de “Mãe Dináh” da tecnologia para somente assim prever o consumo de meus clientes internos…

Está cada vez mais difícil manter os serviços de tecnologia alinhados com a estratégia das empresas…

Vou continuar acompanhando o desenrolar desse caso e torcer para que o bom senso prevaleça!

Enquanto isso vou assistir um pouco de Netflix antes que ele comece a travar no meio de uma maratona das ótimas séries que por lá existem…

Obs.: a imagem usada nesse post tem licença Creative Commons e pode ser visualizada aqui.

III Taller internacional sobre realización de tesis doctorales

Estive presente em um encontro do qual tinha dúvida da importância do mesmo; afinal se tratava de uma oficina sobre o desenvolvimento de teses (para os doutorandos, meu caso) e dissertações (para alunos de mestrado).

O nome do evento era: III Oficina Internacional sobre realização de Tese de Doutorado e  o palestrante foi o Dr. Antonio Pantoja Vallejo, que em minha opinião é uma das maiores autoridades europeias em educação.

Fiquei positivamente surpreendido, não apenas pela diversidade do público, o Brasil estava representado por praticamente todos os estados da Federação, mas pela amplitude da temática das pesquisas em curso pelos alunos.

Como minha pesquisa trata da aplicação de modelos de gestão de serviços em TIC (tecnologia da informação e comunicação) para o segmento educacional estava receoso de não aproveitar algumas oportunidades que o evento se dispusera…

Agora tenho plena certeza de que se não tivesse participado a minha pesquisa não seria relevante o suficiente para a comunidade (seja ela científica ou profissional) e o tamanho da “amostragem” seria insignificante!

Voltei da bela cidade de Florianópolis com uma boa bagagem; aperfeiçoei o meu entendimento sobre a escrita científica, esclareci dúvidas que estavam sendo um grande entrave para a minha pesquisa e ainda por cima trouxe uns deliciosos bombons de cupuaçu (gentileza de uma colega doutoranda)…