O perfil do líder atual.

LiderEstá mais difícil liderar sua equipe? As pessoas estão mais exigentes em relação ao cargo de liderança? Estão impacientes sobre modelos antiquados onde o gestor (líder) apenas “ordena” e não está alinhado com as expectativas individuais e coletivas do grupo?

Perguntas difíceis de responder prontamente.

Tenho observado uma “evolução” no perfil das pessoas que compõem as equipes com as quais trabalhei (e trabalho). Para liderar seu time é necessário estar presente no cotidiano de cada elemento, participar de forma ativa, delegar com responsabilidade, cobrar resultados (mas nada absurdo) e principalmente: saber ouvir! Os talentos individuais precisam ser estimulados de forma a colaborar com a inteligência coletiva da equipe. Não raro, os talentos evadem de uma corporação com o discurso de que não foram aproveitados ou não possuíam um ambiente estimulante onde os desafios e a meritocracia sejam reais, bem como as recompensas de um bom trabalho…

Aparentemente são os principais pontos que identifiquei acompanhando minhas equipes.

A fidelidade corporativa não existe mais, o que ficou é a fidelidade às pessoas com as quais trabalhamos. Conquistar isso é um raro exemplo de sucesso para os líderes.

O perfil de um líder atual precisa estar alinhado com desenvolvimento individual constante, gostar de trabalhar com pessoas, possuir uma “linha mestre” com sua própria ética profissional e pessoal, ter ciência de que o trabalho é possibilitar aos seus liderados que eles possam fazer o que são melhores, com apoio e supervisão para que todos saibam onde é o “norte”.

Enfim, ser líder não é uma tarefa fácil. Se você possui algumas das características acima, seja bem-vindo. O mundo precisa de líderes cada vez melhores. Seja um deles!!!

Mídia social funciona?

Midias-SociaisUltimamente as pessoas estão se dando conta do poder que as mídias sociais trouxe à cada um de nós.

Com a disseminação de conteúdo ao alcance de um clique, ou apertar de botão, as empresas estão aprendendo a se comportar com esse novo método de interação com seus clientes. Cada pessoa que possui um smartphone e uma conta em qualquer rede social atual é uma grande aliada ou um crítico ferrenho.

No entanto para que essas ferramentas agreguem algum valor para quem usa é necessário ter em mente o que se espera de tanta exposição. Outra boa prática e separar as principais ferramentas de acordo com o seu propósito explícito de uso (ex.: Facebook , amigos; LinkeIn, profissional; Twitter, notícias; SlideShare, compartilhamento de conteúdo).

Após esse “entendimento” prévio do potencial de cada ferramenta o trabalho inicia com o uso diário desses produtos. A criação de conteúdo precisa ter um fluxo considerável para que as pessoas “enxerguem” potencial e comecem a agregar algum valor em relação ao seu trabalho.

Crie listas consistentes e aumente sua networking. Crie grupos e faça moderação inteligente. Reforce seus perfis on-line e referencie as diversas mídias que usa para que tenha um “perfil único na internet”. Todas as pessoas que usam as informações disponibilizadas por você devem saber que possui mais de um canal de comunicação.

Na seção “livros” desse blog temos vários autores interessantes com dicas para aumentar o seu “poder” na rede.

Mapeamento de processos: fácil de fazer?

ProcessosQual analista de processos já não se deparou com a célebre frase: “eu sei fazer, mas não sei explicar”…

Isso é bem mais comum do que se imagina. As pessoas executam suas ações de forma repetitiva e muitas vezes o fazem no modo “automático”, deixam de pensar em possíveis chances de otimizar o próprio trabalho; é aí que entra um profissional, em minha visão, ainda pouco reconhecido no mercado de trabalho brasileiro: o analista de processos de negócios.

Esse profissional precisa agrupar uma série de competências técnicas e comportamentais que o auxiliem na “extração” da informação de pessoas como as que citei acima.

Para realizar um bom levantamento de processos de negócio, é preciso questionar as pessoas de uma forma consistente. Suas perguntas devem ter uma característica de “ondas sucessivas”, onde as questões iniciais definem o macro escopo do processo. Na sequência, o analista de processos precisa delimitar o mapeamento inicial e começar o árduo trabalho de esmiuçar os macro processos já levantados. É nesse momento que o valor desse tipo de profissional se faz presente. Em cada nível de detalhe, em cada “SIM” ou “NÃO” apontado no levantamento.

A terceira “onda” é a mais trabalhosa, pois envolve uma análise e conhecimento profundo do analista e da própria pessoa envolvida (dona do processo). É o apontamento da melhoria nos processos mapeados. Algumas ferramentas auxiliam nesse trabalho (www.bizagi.com), mas o feeling do analista de processos de negócios é fundamental para o sucesso dessa atividade.

Ainda creio que o mercado nacional irá ceder mais crédito à esse tipo de profissional. Espero que seja em breve!

Informações em (www.abpmp-br.org)

 

Boom de mídias sociais

Autor: Jeffrey Gitomerboom_das_midias_sociais_big

Editora: M. Books

Excelente livro.

No início parece um pouco chato, pois o autor é dado a “chavões” do tipo: “eu sou o cara”, “farei você vender melhor” e por aí vai.

Vencida essa barreira inicial, ele dá dicas no uso profissional de diversas mídias sociais que eu considerei valiosas. Implementei algumas delas em meus canais sociais e acredite, estão funcionando!

A leitura é fácil, pois o autor não é dado a uma linguagem rebuscada. Simples e informal na maioria das vezes, como disse acima, seus conselhos se mostraram úteis.

Recomendo.

Gestão de fornecedores: o caos generalizado!!!

imagesÉ impressionante como o assédio de novos fornecedores está em alta; grande parte disso se deve aos novos canais de comunicação disponíveis, entre eles as redes e outras mídias sociais.

Dias atrás fui contatado por um fornecedor através do LinkedIn. Fiquei um tanto surpreso, pois estou lendo o livro “Boom de Mídias Sociais” de Jeffrey Gitomer, onde ele explica exatamente esse fenômeno. Novos negócios estão sendo gerados através das mídias sociais, principalmente através do LinkedIn (que é totalmente focado em negócios).

Outro aspecto que nos leva a avaliar nossa cadeia de fornecimento é a questão do preço competitivo. Muitas vezes mantemos um parceiro por bastante tempo e nos esquecemos de pelo menos verificar se o valor praticado continua interessante para nossas empresas. Concordo que leva muito tempo solicitar novos orçamentos, mas isso faz parte do jogo.

Ainda estou aprendendo a gerenciar essa miríade de empresas que apoiam o negócio do qual faço parte. De forma intuitiva criei uma lista “top 10” visando separar os meus principais fornecedores, com uma subdivisão por área de atuação (link de internet, projetores, hardware, uso e consumo, software).

Uma planilhinha  simples de gestão financeira desses fornecedores (para o caso de não haver um ERP estruturado) ajuda na hora de negociar um desconto que pode fazer a diferença no orçamento anual. Manter sempre os gastos mensais a vista facilita e muito a vida do gestor no momento de negociar com sua diretoria novos investimentos, ou até mesmo justificar os já implantados.