Preparar-se para falhar? Como assim?

FailRecentemente tive um contratempo em meu projeto profissional; me preparei para uma certificação (ITIL Intermediate – OSA) e caí no erro primário de todo candidato: “o pecado capital da soberba”!!!

Apesar desse post não tratar de espiritualidade apoio meu discurso nesse “problema”.

Acreditei que o ritmo de estudos “puxado” (dormia algo em torno de 3 horas por noite durante duas semanas) estava rendendo o suficiente para obter o score necessário à aprovação.

Resultado: no dia da prova estava cansado, não apenas fisicamente, pois a rotina de um departamento de TI sempre exige muito de seus gestores, mas também mentalmente; as certificações ITIL do nível intermediário (e todas as superiores) não exigem que o candidato decore os modelos, textos, etc., mas que o mesmo possua uma alta capacidade de discernimento para aplicar os padrões e melhores práticas que a biblioteca possui…

Fiquei frustrado ao finalizar a prova e olhar o resultado em tela, pois atingi uma pontuação tão próxima do nível que parece brincadeira (score necessário para aprovação: 28 pontos / meu score: 27 pontos); mas logo ao desligar o notebook comecei a questionar o motivo de ter falhado…

Ficou evidente que minha pressa e sobrecarga de estudo não fez bem!

Aprendi uma valiosa lição: não tenha pressa para atingir seus objetivos, apesar das metas envolverem tempo.

Acredito que a partir de agora estou um pouco melhor preparado no caso de falhar. Não sinta-se desmotivado ou com a sensação de perda de tempo; tire suas conclusões e faça autocríticas construtivas.

Se estiver preparado para “falhar” a vitória estará mais próxima com certeza!!!

Obs.: a imagem inserida neste post possui licença Creative Commons e pode ser encontrada em: 
http://hans.gerwitz.com/2011/03/07/fail-stamp.html
Pratique o direito!

Negociando através de relações “ganha-ganha” …

Ganha-ganhaAh, o desafiador mundo das relações, sejam elas comerciais ou não, é sempre foco de grandes análises por parte de especialistas… como é possível chegar em um consenso onde ambas as partes encontrem um meio termo, uma conclusão satisfatória, um “ganha-ganha”?

Percebo, principalmente quando negocio com fornecedores nacionais, uma arraigada motivação para que uma parte leve a melhor sobre a outra. Visivelmente se trata de uma questão cultural, pois isso não fica tão explícito quando trato com estrangeiros.

Abstraindo um pouco das relações comerciais e trazendo ao cotidiano, fazemos isso desde o momento em que acordamos (negociando com esposas, filhos, sobre o que deve ser feito para o café da manhã, ou se a lição de casa estiver 100% teremos premiação); durante o trânsito (quando negociamos passagem, seja através do uso da seta, por favor, para trocarmos de faixa) e durante cada minuto de nosso dia…

O importante a entender é que não existe uma receita de sucesso para isso. Basta ter ciência de que todos possuem uma visão diferente da sua.

Ajudando outra pessoa a atingir seus objetivos, você indiretamente está dando um grande passo para a realização de seus próprios planos.

Seja honesto (inclusive consigo mesmo), confiável, maleável e exercite a paciência, pois nem todos são “experts” em negociação como você!!!

Obs.: a imagem deste post foi obtida através de licença creative commons. Pratique o direito.

Direito autoral na Internet. Existe?

Direito autoral

Cada vez mais me atenho a um problema comum no uso da Internet. Frequentemente as pessoas que conheço me questionam sobre o uso indevido de imagens, vídeos e textos através de sites, blogs e afins…

Realmente a “briga” nesse campo é dura. Costumo iniciar a conversa com uma breve visão do lado “do autor” do conteúdo, onde houve um investimento, seja ele financeiro, tempo ou recursos, para a preparação de um material com certa qualidade (outras vezes nem tanto), uma sequência de esforços para a publicação desse conteúdo gerado e por fim a divulgação através dos diversos canais existentes… Até aqui tudo vai muito bem e percebo inúmeras cabeças concordando com meu ponto de vista!

A próxima “visão” que tento apresentar é a do usuário de Internet, onde ele possui um universo de conteúdo, tudo isso disponível através de um simples “copy and paste”; qual o problema de apropriar uma imagem legal, uma música “maneira”, uma citação que é a “minha cara”? Jogar isso na minha própria página e…. bem… Colocar meu próprio nome como crédito, afinal tive um enorme trabalho em procurar esse conteúdo no Google e preciso ser reconhecido como um cara antenado!

É aqui onde mora o problema. Na simples ideia de dar crédito a quem não é de direito (talvez o nome direito autoral remeta a isso?); ao final dessa conversa, quem estava concordando comigo cerra os olhos e fica imaginando o quão limitado sou… O pensamento divaga e visivelmente elas lembram dos inúmeros filmes, músicas, jogos baixados através dos “maravilhosos” programas torrent.

Em suma; direito autoral somente existirá quando as pessoas que utilizam a Internet entenderem que o conteúdo existente por lá é para ser explorado, porém os créditos, o dinheiro e o respeito que existe no mundo real deve continuar seguindo o padrão, caso contrário a Internet seria uma grande chatice…

Saiba mais sobre Creative Commons.

Obs.: As imagens utilizadas em meus posts são obtidas através dos modelos creative commons. Pense nisso!

Gestão de fornecedores: o caos generalizado!!!

imagesÉ impressionante como o assédio de novos fornecedores está em alta; grande parte disso se deve aos novos canais de comunicação disponíveis, entre eles as redes e outras mídias sociais.

Dias atrás fui contatado por um fornecedor através do LinkedIn. Fiquei um tanto surpreso, pois estou lendo o livro “Boom de Mídias Sociais” de Jeffrey Gitomer, onde ele explica exatamente esse fenômeno. Novos negócios estão sendo gerados através das mídias sociais, principalmente através do LinkedIn (que é totalmente focado em negócios).

Outro aspecto que nos leva a avaliar nossa cadeia de fornecimento é a questão do preço competitivo. Muitas vezes mantemos um parceiro por bastante tempo e nos esquecemos de pelo menos verificar se o valor praticado continua interessante para nossas empresas. Concordo que leva muito tempo solicitar novos orçamentos, mas isso faz parte do jogo.

Ainda estou aprendendo a gerenciar essa miríade de empresas que apoiam o negócio do qual faço parte. De forma intuitiva criei uma lista “top 10” visando separar os meus principais fornecedores, com uma subdivisão por área de atuação (link de internet, projetores, hardware, uso e consumo, software).

Uma planilhinha  simples de gestão financeira desses fornecedores (para o caso de não haver um ERP estruturado) ajuda na hora de negociar um desconto que pode fazer a diferença no orçamento anual. Manter sempre os gastos mensais a vista facilita e muito a vida do gestor no momento de negociar com sua diretoria novos investimentos, ou até mesmo justificar os já implantados.

Prazer, meu nome é Christian e eu não sou um número!

Pressão por resultaosUm dos maiores desafios para os empregados é a conciliação de suas vidas pessoais com a incessante busca por resultados positivos em suas carreiras.

É muito comum a extrapolação do que é aceitável (e até mesmo saudável) no quesito trabalho. Concordo que no Brasil estamos inseridos em um contexto que preza o “esforço” que se traduz em mais e mais trabalho.

Acredito que ambos os lados da balança precisam estar em equilíbrio: a vida “pessoal” e a “profissional”; ambas são complementares e indissociáveis.

O grande problema está no começo da “crise” do trabalho, no primeiro momento em que o profissional dedica aquele “minutinho a mais”, em que o trabalho não pôde ser entregue no tempo acordado e o chefe está com cara de panela de pressão… A partir daí, esse tempo começa a fazer parte da rotina de trabalho diária e de forma impressionante, ainda assim o tempo continua curto!!!

Recordo de um projeto que gerenciei em um banco alemão, onde o diretor (cidadão de Berlim) ficava de olho no relógio e exatamente as 17:30 iniciava uma jornada pelo seu departamento e praticamente despachava todos seus funcionários para fora do escritório… Seu comentário era muito interessante: “- Não sei o porquê dessas pessoas insistirem em ficar tanto tempo aqui; há tanta coisa interessante a se fazer numa cidade como São Paulo!”

Enfim, o equilíbrio entre as facetas deve ser fomentado logo no início da carreira. As pessoas devem entender que ir a um cinema enquanto o trânsito ainda está complicado, ou ficar saboreando um café enquanto a chuva não para, é tão importante quanto a entrega daquele relatório de rentabilidade que a companhia precisa.

O recado é: Cumpra os acordos. Inclusive os feitos a si próprio!

Futuro da educação ou Educação do futuro?

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Parece incrível como a mudança advindo da tecnologia trouxe enormes benefícios, vantagens e facilidades. Eu mesmo sou um exemplo do que escrevo. Finalizei um mestrado a distância em uma universidade espanhola (muito boa, por sinal).

Vejo inúmeras notícias semelhantes e as universidades não param de aumentar seus cursos a distância. É um nicho excelente com um grande potencial de crescimento.

Selecionei umas instituições que vela a pena dar uma olhada caso esteja pensando em uma formação a distância;

No Brasil

No exterior:

Vale a pena conferir!