Acesso negado!

839984821_f1ee986935Ultimamente tenho percebido que a segurança das redes corporativas anda em risco…

Até aqui nenhuma novidade, pois isso acontece desde que o mundo começou a usar a internet pra valer.

Mas nossos “bandidos” virtuais estão com um nível de conhecimento bem elevado; antigamente era necessário aprender muito bem os conceitos de redes, protocolos, etc.

Hoje qualquer garoto com um pouco de tempo, pode muito bem passar em uma banca de revista (isso se estiver a fim, pois basta dar uma “googada” que uma infinidade de páginas o transformarão em um “hacker” instantaneamente…), baixar algumas ferramentas e iniciar sua vida do “lado negro da força”!

É nesse ponto que esbarramos em um divisor de águas da ética pessoal… O que fazer com esses recursos? Qual a finalidade de utilizar ferramentas de exploiting, snnifing, etc.? O mais engraçado é que a maioria deles nem mesmo sabe!

Esqueça aquela imagem disseminada pelos filmes que estamos acostumados a assistir na televisão, onde um garoto com cara de nerd digita alguns códigos “miraculosos” e como em um passe de mágica obtém acesso total ao alvo.

Existe um método para realizar testes de intrusão e análise de vulnerabilidades, mas para estar apto a realizar esse tipo de atividade é necessário conhecer a fundo esse método, bem como a grande gama de ferramentas disponíveis.

Procure mais sobre o assunto e entenda que o que você faz quando as pessoas estão te observando podemos chamar de “ética” e o que você faz quando não há ninguém ao seu lado monitorando (observando) nós podemos chamar de “caráter”.

Não caia na tentação de achar que é livre para fazer o que bem entender na internet.

Obs.: a imagem usada nesse post tem licença Creative Commons

Usando Scratch para estimular o “pensamento computacional”

Scratch

Entrei em contato com a plataforma Scratch  devido a uma missão para desenvolver uma ementa visando um futuro uso pedagógico.

No princípio não acreditei muito que fazer o “gato dançar” pudesse ter alguma utilidade para ensinar crianças a programar, no entanto com o uso acabei ficando surpreso (de forma positiva), pois apesar de estar disfarçada em uma aura de “brincadeira”, a ferramenta vai a fundo em conceitos plenamente utilizados, tais como: paralelismo, recursividade, variáveis, etc.

Outro recurso que achei muito interessante foi a enorme comunidade existente, é simplesmente incrível… Conversei com um professor que reside na Escócia e utiliza há muito tempo essa ferramenta. Ele é um entusiasta no uso do Scratch!

Fiquei muito interessado em me aprofundar nos inúmeros recursos disponíveis e confesso que após a conversa com aquele escocês mudei radicalmente minha visão sobre o uso de ferramentas que facilitem a explicação de conceitos tão complexos como os que estão relacionados à tecnologia.

Muito bom!

Como lidar com o “desgaste de uma relação” corporativa?

People arguingPode parecer brincadeira, mas é impressionante o número de pessoas que “remam no sentido contrário” aos objetivos da empresa.

Tenho minhas dúvidas se isso acontece de forma inconsciente ou é um “mal” enraizado em pessoas que simplesmente não querem ver as coisas darem certo.

Me preocupa a forma como esse tipo de pessoa coloca seu ego acima da visão corporativa e inicia um processo de críticas não construtivas ao trabalho de seus alvos.

Esse tipo de comportamento é altamente destrutivo, pois as pessoas envolvidas nesse cabo de guerra psicológico ficam realmente abaladas, frustradas e em casos mais graves, acabam evadindo da empresa por sentirem que não tem mais força para sustentar esse tipo de situação.

Presenciei ao longo de minha carreira inúmeros casos como o descrito acima. Simplesmente as pessoas deixavam de se falar e ambas sabotavam o trabalho do colega envolvido.

A única forma que conheço para ajustar esse tipo de problema é o diálogo; mas sem tomar partido, mesmo que um dos envolvidos na “disputa” seja seu amigo, afinal o bem estar de um departamento inteiro pode estar em jogo…

Em casos extemos é possível que uma das partes precise ser demitida, ou ambas.

Não é sensato ser conivente com “caras feias”, sabotagem, fofocas, etc.

Esse tipo de situação precisa ser corrigida o mais rápido possível, ou vira uma bola de neve.


Obs.: a imagem utilizada nesse post tem licença Creative Commons e pode ser encontrada em:
http://www.wysokieobcasy.pl/wysokie-obcasy/1,53581,2707246.html

Convivendo com a “lei de Murphy”

Collision_of_Costa_Concordia_27“Se alguma coisa tem a mais remota chance de dar errado, certamente dará”.  Edward A. Murphy

Pode parecer brincadeira, mas a frase acima pode estar certa (muito certa)!

Recentemente senti isso na pele…

Um grande evento estava em planejamento e a equipe envolvida precisava demonstrar uma “virada de mesa”, pois estava desacreditada; o mesmo evento no ano anterior havia sido um desastre total!

Muita coisa estava em jogo e o planejamento entrou nos mínimos detalhes; o nível de stress estava tão alto que alguns membros do time já estavam sonhando (ou tendo pesadelos) com a realização do evento.

Por fim, no dia tão esperado, iniciamos as atividades e algumas coisas começaram a dar problema, no entanto, a equipe se comportou de maneira exemplar; todos seguiram os planos de contingência que havíamos previsto em nossas análises de risco e a mitigação foi sensacional!

Hoje tenho certeza que saímos com uma enorme lista de melhorias que poderemos implantar, mas a lição mais importante foi aprendida por todos nós: é necessário aprender a conviver com Murphy, pois “se alguma coisa…”

Obs.: a imagem deste post possui licença Creative Commons e pode ser encontrada em:
http://www.google.com/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&docid=wD8sPopzDRpqaM&tbnid=3Ghv6DPh6Itp6M:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fde.wikipedia.org%2Fwiki%2FCosta_Concordia&ei=vCdlU8XKE8an8gGp6IGYBQ&bvm=bv.65788261,d.aWw&psig=AFQjCNHq_qsD_NRBtH91U_AoMyAXvKXbjw&ust=1399224538836899