A importância de falar inglês. Mais do mesmo?

businessmen quarrelingEstou fazendo negócios com uma empresa sediada nos EUA!

Até aí nenhum problema, pois no mundo da tecnologia não existem fronteiras, não é mesmo? Errado! Não sou nenhum gênio da gestão de recursos humanos para entender que nós (o Brasil) estamos com um baita problema… Temos pouquíssimos falantes da língua inglesa!

Como queremos concorrer com os melhores mercados, entrar nas melhores faculdades do mundo se boa parte da população não sabe distinguir o passado do presente quando se trata do inglês?

Para piorar vejo isso em minha própria cozinha, ou seja, minhas equipes ainda não falam esse idioma; se o tradutor on-line ainda não tivesse sido inventado acho que boa parte dos e-mails para outros países nem chegariam ao seu destino.

Como melhorar isso? Pesquisei sobre cursos (on-line, presenciais) e os preços são bastante salgados. Em época de crise financeira como um analista no começo de sua carreira pode se preparar para esse mercado que não fala o português? Existem muitas opções, mas a maioria delas arranca uma substancial fatia de dinheiro de quem tenta avançar pelo idioma nativo de Shakespeare.

Existem algumas opções como: Busuu, English On-line, Learn English On-line, Learn American English On-line, 1 – Language e  CIG – Curso de Inglês Grátis; eu poderia destacar mais uma centena de links para o ensino de inglês on-line, ou seja, existem inúmeros recursos para pelo menos iniciar; falta apenas (e digo isso com um pouco de sarcasmo!) interesse dos nossos profissionais.

Ouço todo tipo de desculpas como: “Não tenho tempo!” (mas on-line é você quem faz a agenda), “Não quero puxar saco de americanos!” (essa desculpa é a pior, pois a mesma pessoa que me disse isso comemorou o Halloween, uma festa típica brasileira) entre outras…

Acredito que falta um pouco de estímulo por parte das empresas, mas em contrapartida falta determinação em nossos jovens profissionais, pois como tenho tentado afirmar: a resistência à frustração em nossos profissionais em início de carreira é muito baixa!

Não dá para aprender um idioma em uma lição semanal de uma hora; exige esforço, determinação, foco e um bom planejamento.

Let’s talk in English?

Obs.: a imagem usada nesse post foi adquirida aqui.

Segurança em TIC: isso existe mesmo?

IT security is information security as applied to computers and computer networks. Infographic by key words and pictogramsTenho andado muito preocupado com segurança ultimamente…

Não pela constante “enxurrada” de spams que insistem em tentar pescar os navegadores (ou usuários) incautos com suas ajudas milagrosas para calvície (sou careca por opção), resgate financeiro através de empréstimos (sei muito bem que um pouco a mais de dinheiro não faz mal a ninguém, mas através de um e-mail?) e impotência (nossa! Melhor deixar para lá…)!

Visivelmente o nível de entendimento das pessoas (usuárias) do que é um uso seguro dos recursos tecnológicos tem caído drasticamente; tamanha é a exposição em tempos de mídias sociais que beira a maluquice.

As pessoas têm acreditado em tudo que leem! Aparentemente o “pensamento crítico” deixou de existir quando se trata de internet.

Só para exemplificar: conheço algumas pessoas que se relacionam através da ferramenta WhatsApp e dificilmente checam a “idoneidade” do outro (ou outra) interlocutor.

Isso me lembra uma famosa brincadeira que usa recursos e informações do Facebook, o vídeo “Take this lollipop”, ele exemplifica de forma bem simples (conectem com a conta do Facebook para a experiência ficar interessante) os perigos a que estamos expostos se não tivermos alguns critérios.

A sensação de invulnerabilidade é tamanha que se contássemos a quantidade de perigos existentes dificilmente haveria tanta interação virtual…

Enfim, vou dar uma olhada como andam minhas mídias e pensar mais um pouco sobre o assunto: “Como tornar a segurança virtual parte do cotidiano dos usuários?”

Obs.: a imagem utilizada nesse post foi adquirida aqui.

Crimes Cibernéticos

CrimesCibernéticos2ed-CAPA_Site_BrasportAutores: Emerson Wendt / Higor Vinícius Nogueira Jorge

Editora: Brasport

Os autores são delegados de Polícia Civil. Ambos possuem larga experiência no trâmite tortuoso para juntar provas de delitos através do uso de recursos tecnológicos.

O capítulo sobre direitos autorais é muito bom!

Vale a pena para quem quer se profundar no tema; a princípio o livro parece que foi retirado de uma dissertação de mestrado, mas a impressão aos poucos cede com o avanço da leitura.

Recomendadíssimo para bacharéis em direito ou profissionais de tecnologia que precisam entender a “dura” realidade do uso de um computador conectado à internet.

Bem-vindo ao “mundo real”.

Mídias sociais na prática

95bbb36d3c0a551bc0737ba3efdfe1b7Autor: José Antônio Ramalho

Editora: Elsevier

Ramalho é a pessoa mais “multimídia” que conheço.

Lembro de quase todos os livros sobre tecnologia que ele escreveu; aos poucos o autor foi migrando para outras áreas e hoje (se não me engano) é um renomado fotógrafo…

Esse livro em especial é um bom ponto de partida para qualquer pessoa que tenha interesse em melhorar a “visão” sobre as mídias sociais atualmente em uso.

Gostei muito da abordagem que o autor dá ao tema. Simples e claro, desmistifica muito sobre o que as pessoas acham em relação ao uso dessas mídias.

Vale a pena ler.

Cultura da convergência

thAutor: Henry Jenkins

Editora: Aleph

Vale a pena ler!

O autor é um renomado estudioso de novas mídias e foi o fundador do programa de estudos de mídia comparada do MIT (Massachusetts Institute of Technology)… estou chegando à conclusão de que tudo acontece nessa escola!

Ele avança sobre os principais ícones da mídia de nossa época e faz criticas ao modo atual de como a convergência digital avança em nossas vidas.

Ele não tende ao bem ou ao mal, e é isso que torna a leitura interessante.

É um bom livro para formar a sua própria opinião!

 

O “escravo” por vontade própria!

Portrait of tied businesswoman tearing apart metal chained

Pode parecer brincadeira, mas ultimamente preciso “expulsar” um integrante de minha equipe para que ele possa (palavras minhas) aproveitar a própria vida!

Vou chama-lo de R. para que sua identidade não seja comprometida.

Há algum tempo definimos nossas metas para ajustes, consertos de sistemas, integrações de serviços, implantação de controles, monitoramento dos principais serviços… Ufa!

Depois de muito trabalho conseguimos (e aqui o trabalho de equipe foi um grande diferencial!) alcançar essas metas por volta de 95% (incríveis 95%!)…

Após esses resultados muito satisfatórios decidi implantar um sistema no qual acredito piamente: adequar a carga de trabalho de acordo com a produtividade individual; isso não é novidade, pois algumas empresas que começaram recentemente no mercado (alguém conhece um tal de Google?) já praticam esse modelo com belíssimos resultados.

Sem que meu grupo percebesse, aos poucos, a montanha de trabalho antes existente foi se transformando em uma adequada via expressa; todos têm funções claras e definidas, as fronteiras do trabalho estão mais visíveis e o que é possível de ser feito internamente está mapeado, caso contrário definimos um processo de terceirização onde cada elemento pode opinar sobre as vantagens e desvantagens…

Com todo esse esforço, no entanto, R. continuou sem perceber que seu trabalho ainda é muito importante para a empresa, apenas seu tempo foi otimizado!

A gota d’água foi quando precisei corrigir os horários de entrada e saída de alguns membros do grupo, pois em época de recessão todo ajuste com a finalidade de cortar custos é necessário; nesse caso percebi que R. andava triste pelos cantos e quando chegava seu horário de ir para casa (que em minha opinião é sensacional, pois evita o trânsito e ainda tem muitas horas de sol a aproveitar) ele simplesmente comentava que tinha a impressão de “fugir” do trabalho!

Quase caí de costas!

Todo um planejamento (algo em torno de 2 anos) para realizar os ajustes necessários e ao final trouxemos a “infelicidade” para alguns integrantes do time?

Me aprofundei no tema para entender o motivo de tal sentimento e descobri que (pelo menos na América do Sul) ainda não estamos acostumados (ou preparados) para vivermos com a pressão e o estresse controlados…

Entendi que a maioria das pessoas quer trabalhar numa empresa estilo “Google”, mas nem todas estão preparadas para isso.

Vou ler um pouco sobre história nacional e ver o que houve depois da abolição da escravatura!

Obs.: a imagem usada nesse post foi adquirida aqui.

Mídias Sociais… e agora?

Capa-Frente1Autora: Carolina Frazon Terra

Editora: Difusão

Gostei muito de ler esse livro!

A princípio achei simples, mas me enganei; ele trata com a devida complexidade temas comuns em implantação de projetos de mídias sociais…

A autora possui experiência em grandes projetos o que a credencia a responder de forma aberta a tratativa nesse campo de trabalho e conhecimento.

A dica é: “nunca subestime o poder das novas mídias e os meios de comunicação atuais!”

Usei a obra da doutora (em comunicação organizacional digital) Carolina como apoio para minha dissertação de mestrado; acredito que contribuiu e muito para entender certas questões “práticas” do tema.

A dura realidade de trabalhar com desenvolvimento de games!

Game controller in children's hands against the screen

Li uma matéria que me deixou muito preocupado, embora saiba que a maioria das empresas de software, e aqui me refiro apenas as menores, tenham uma enorme dificuldade para se manterem ativas e com uma margem de lucro que beira a irracionalidade!

A matéria a que me refiro estava disponível no site do G1 no dia 19/07/2015; mas por quê fiquei preocupado com uma empresa brasileira de desenvolvimento de games que ganhou um prêmio?

Bem, em primeiro lugar uma das únicas patrocinadoras da pequena empresa é a avó de dois integrantes, ela praticamente banca a estrutura para funcionamento (energia elétrica, água, telefone, internet, etc.).

Na sequência o fato que me deixou estupefato: 6 mil cópias vendidas do excelente game desenvolvido e pasmem: 34 mil cópias foram pirateadas!

É isso mesmo: 34.000,00 cópias!

O jogo está disponível para compra no site da empresa por R$ 19,90; no meu parco entendimento de economia vinte reais não é um preço abusivo, fator primário alardeado pelos piratas digitais que usam a internet de maneira ilícita para justificar suas ações.

Se cada uma dessas 34 mil cópias fosse lícita, a arrecadação da empresa com o jogo seria de R$ 676.600,00.

No entanto, foram vendidas 6 mil cópias e a arrecadação foi de R$ 119.400,00… está fácil?

Como podemos reclamar de nossos corruptos nacionais se as pessoas nem mesmo conseguem perceber a diferença entre o certo e o errado?

Obs.: a imagem usada nesse post foi adquirida aqui.

O Gestor Eficaz

c9e25aeb-127d-471e-834c-34d4eb5911a2Autor: Peter F. Drucker

Editora: LTC

Esse livro é um clássico da administração!

E como todo clássico de vez em quando pode ser “revisitado”, pois com certeza você encontrará algo que passou despercebido em uma leitura anterior.

Pode parecer um pouco “pesado” a princípio, pois os exemplos são de 1930, 60 e alguns da década de 80, mas por incrível que possa parecer eles continuam bem atuais.

As frases fortes e de efeito são as “cerejas do bolo”, Drucker era um entusiasta da administração científica aplicada, ou seja, gostava de testar suas teorias em campo; nada de ficar dentro de uma sala imaginando o que daria certo ou não!

Vale muito a pena ler!