Preciso saber se estou indo bem!

downloadAutor: Richard L. Williams

Editora: Sextante

Achei muito interessante!

Apesar de começar como todos os livros desse assunto, achei bem aplicado e os ensinamentos são simples.

Se forem usados corretamente acredito que possa surtir efeito na gestão diária de pessoas.

Todo gestor já se perguntou se os momentos de baixa produtividade de sua equipe não são reflexos da própria atuação da liderança…

Esse livro ajuda a responder algumas perguntas difíceis que cedo ou tarde devemos fazer a nós mesmos!

My job – Doce ilusão: Descubra quem você é e construa a sua carreira

My jobAutor: José Augusto Figueiredo

Editora: Évora

Definitivamente adquiri esse livro pela “capa”.

No começo da leitura pareceu que eu havia comprado gato por lebre e se não fosse a minha famigerada “determinação”, que muitos dos que me conhecem insistem em chamar de teimosia, acredito que teria desistido dessa leitura, pois ando com o tempo relativamente “escasso”!

Ainda bem que não desisti!

A obra pode parecer morosa no início mas aos poucos incrementa a trama e fica interessante.

Em resumo se trata de uma história de um grupo de amigos ainda na faculdade e aos poucos várias pinceladas de dicas sobre gestão de carreiras vão aparecendo.

Enfim, uma literatura leve e agradável.

O “escravo” por vontade própria!

Portrait of tied businesswoman tearing apart metal chained

Pode parecer brincadeira, mas ultimamente preciso “expulsar” um integrante de minha equipe para que ele possa (palavras minhas) aproveitar a própria vida!

Vou chama-lo de R. para que sua identidade não seja comprometida.

Há algum tempo definimos nossas metas para ajustes, consertos de sistemas, integrações de serviços, implantação de controles, monitoramento dos principais serviços… Ufa!

Depois de muito trabalho conseguimos (e aqui o trabalho de equipe foi um grande diferencial!) alcançar essas metas por volta de 95% (incríveis 95%!)…

Após esses resultados muito satisfatórios decidi implantar um sistema no qual acredito piamente: adequar a carga de trabalho de acordo com a produtividade individual; isso não é novidade, pois algumas empresas que começaram recentemente no mercado (alguém conhece um tal de Google?) já praticam esse modelo com belíssimos resultados.

Sem que meu grupo percebesse, aos poucos, a montanha de trabalho antes existente foi se transformando em uma adequada via expressa; todos têm funções claras e definidas, as fronteiras do trabalho estão mais visíveis e o que é possível de ser feito internamente está mapeado, caso contrário definimos um processo de terceirização onde cada elemento pode opinar sobre as vantagens e desvantagens…

Com todo esse esforço, no entanto, R. continuou sem perceber que seu trabalho ainda é muito importante para a empresa, apenas seu tempo foi otimizado!

A gota d’água foi quando precisei corrigir os horários de entrada e saída de alguns membros do grupo, pois em época de recessão todo ajuste com a finalidade de cortar custos é necessário; nesse caso percebi que R. andava triste pelos cantos e quando chegava seu horário de ir para casa (que em minha opinião é sensacional, pois evita o trânsito e ainda tem muitas horas de sol a aproveitar) ele simplesmente comentava que tinha a impressão de “fugir” do trabalho!

Quase caí de costas!

Todo um planejamento (algo em torno de 2 anos) para realizar os ajustes necessários e ao final trouxemos a “infelicidade” para alguns integrantes do time?

Me aprofundei no tema para entender o motivo de tal sentimento e descobri que (pelo menos na América do Sul) ainda não estamos acostumados (ou preparados) para vivermos com a pressão e o estresse controlados…

Entendi que a maioria das pessoas quer trabalhar numa empresa estilo “Google”, mas nem todas estão preparadas para isso.

Vou ler um pouco sobre história nacional e ver o que houve depois da abolição da escravatura!

Obs.: a imagem usada nesse post foi adquirida aqui.

Um bom marketing pessoal ajuda… e muito!

Image Word Product Box Package First Impression AppearanceEu estava lembrando a uns dias atrás de um analista que acabei contratando e ao fim das contas descobri que ele não possuía as competências técnicas que eu estava à procura.

Mas o que me intrigou foi como ele conseguiu me “enganar” não apenas no momento da entrevista, pois sou um técnico competente, mas durante um tempo (algo em torno de três meses).

Analisando de forma um pouco menos “passional”, entendi que ele era excelente em seu marketing pessoal. Pode parecer brincadeira, mas o “cara” era bom (não tecnicamente) em realizar sua autopromoção, ou como dizemos aqui em terras tupiniquins:  “vender seu peixe”…

Se eu não percebesse essa lacuna em seu perfil profissional era muito provável que a posição do presidente da companhia estivesse ameaçada, tamanha a confiança que o cidadão passava.

Ele era bom, mas não no que eu precisava; o que levou à derrocada de sua vaga foi a forma como ele tratava o restante de seus colegas de trabalho, pois aquela “confiança” beirava a arrogância; hoje entendo que ele criava uma “barreira” para que seus pares não percebessem que era um técnico medíocre, mas fosse mais esperto poderia pedir ajuda para aprender… canalizar toda aquela “energia” para pertencer à equipe, se integrar…

O final da história não foi satisfatório, pelo menos para ele… infelizmente ele descobriu tarde demais que você pode enganar alguém por um tempo; mas enganar a si mesmo, bom já é outra conversa!

Obs.: a imagem usada nesse post foi adquirida aqui.