O poder do Twitter

Twitter logoPode parecer brincadeira que um site no qual você digite 140 caracteres tenha alguma relevância no país, no meu bairro ou em qualquer lugar com pessoas “sérias…

Era isso o que eu pensava antes de finalizar meu mestrado em planejamento estratégico.

O tema de minha dissertação foi: “uso corporativo de mídias sociais” e fiquei impressionado com o “poder do Twitter”.

Com certeza os criadores da ferramenta (Evan Williams, Noah Glass, Jack Dorsey e Biz Stone) não tinham ideia do que estavam desenvolvendo, pois primeiramente o conceito seria uma espécie de SMS da internet.

A ferramenta caiu no gosto das pessoas e se popularizou rapidamente.

A facilidade de mandar pequenos recados, ideias ou simplesmente dizer à todo mundo como está se sentindo virou uma febre.

No Brasil aparentemente o Twitter não atingiu um status de “mini Facebook”, o que nos deixa na contramão do restante do globo; mas gosto é gosto e não se discute.

Em 2013 o Twitter abriu seu capital na bolsa de Nova York e arrecadou a quantia de US$1,82 bilhão e foi avaliado em US$ 24,57 bilhões. Nada mal para um serviço de SMS através da internet.

Hoje não tenho dúvida do poder do Twitter. É uma ferramenta extremamente útil, basta apenas saber utilizar.

Acho que vou fazer um tweet em seguida só para testar!

Obs.: a permissão de uso da marca "Twitter" pode ser encontrada em:
https://about.twitter.com/press/brand-assets

Chegamos ao “Eu social”

2003-09-23_Convenience_of_a_cell_phoneNo começo da semana eu estava muito preocupado com alguns projetos que necessariamente deveriam ser entregues no decorrer da própria semana e em um bate papo com meus colaboradores ajustamos as tarefas, as datas e os detalhes para que tivéssemos o mínimo impacto possível.

Percebi que em nossos aparelhos celulares “pipocavam” sons de mensagens, alertas e chamadas telefônicas que ficaram em segundo plano.

Ao final do dia fiz uma autocrítica e me questionei da real necessidade de estar 100% conectado ao mundo; isso porque prego a máxima utilização das mídias sociais disponíveis, adoro o “Big Data“, enfim sou um “Eu social”.

Algumas correntes de críticos pregam que tamanha exposição é prejudicial ao relacionamento “real”, pois o virtual não cumpre determinados papéis… Discordo em partes; nunca estive tão “próximo” de meus familiares distantes, eles visualizam minhas fotos (através do foursquare) e sabem o que estou aprontando, acompanham minhas ideias através do Twitter e podem dar palpites, já mandei até receita de torta de rim (kidney pie) para minha avó (e olha que ela tem quase 80 anos)…

Enfim, ao final de minha autocrítica descobri que estamos em pleno processo evolutivo. Encontramos uma nova forma de nos relacionarmos e muito em breve encontraremos o meio termo da utilização de todo esse aparato tecnológico que nos expõe ao mundo em questão de segundos… até lá continuarei fazendo check in para ganhar alguns badges!!!

Obs.: a imagem usada nesse post possui licença Creative Commons.
http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3A2003-09-23_Convenience_of_a_cell_phone.jpg
Pratique o direito.