Modelagem de processos usando Bizagi.

Mapeamento de processosHoje em dia, o profissional de TI precisa estar alinhado com as diversas práticas existentes para efetuar um bom trabalho e obter o melhor resultado final possível.

Uma forma de minimizar o impacto de um desenvolvimento ou uma intervenção para um novo serviço é realizar um mapeamento do processo a ser trabalhado. Não é mais aceitável confiar apenas no bloco de anotações e sair desenvolvendo até acertar a entrega do produto que o dono do processo espera.

O foco deste post não é expor o “antes” do levantamento do processo, mas comentar sobre a ferramenta (na minha opinião, uma das mais completas) Bizagi (www.bizagi.com).

A facilidade que a suíte proporciona facilita e muito o trabalho do analista de processos. A ferramenta é grátis e possui um site muito bem estruturado. Analistas em início de carreira ou mais experientes podem desfrutar de todos os elementos de BPM dentro da console de desenho de processos.

Outra facilidade que me chama a atenção, são os e-learnings bem estruturados e abrangentes (desde o básico até um nível bem avançado).

Para quem se interessar, há um modelo de certificação na ferramenta, que agregado às certificações de BPM existentes podem transformar um possível candidato em um analista requisitado no mercado.

Recomendo.

Mapeamento de processos: fácil de fazer?

ProcessosQual analista de processos já não se deparou com a célebre frase: “eu sei fazer, mas não sei explicar”…

Isso é bem mais comum do que se imagina. As pessoas executam suas ações de forma repetitiva e muitas vezes o fazem no modo “automático”, deixam de pensar em possíveis chances de otimizar o próprio trabalho; é aí que entra um profissional, em minha visão, ainda pouco reconhecido no mercado de trabalho brasileiro: o analista de processos de negócios.

Esse profissional precisa agrupar uma série de competências técnicas e comportamentais que o auxiliem na “extração” da informação de pessoas como as que citei acima.

Para realizar um bom levantamento de processos de negócio, é preciso questionar as pessoas de uma forma consistente. Suas perguntas devem ter uma característica de “ondas sucessivas”, onde as questões iniciais definem o macro escopo do processo. Na sequência, o analista de processos precisa delimitar o mapeamento inicial e começar o árduo trabalho de esmiuçar os macro processos já levantados. É nesse momento que o valor desse tipo de profissional se faz presente. Em cada nível de detalhe, em cada “SIM” ou “NÃO” apontado no levantamento.

A terceira “onda” é a mais trabalhosa, pois envolve uma análise e conhecimento profundo do analista e da própria pessoa envolvida (dona do processo). É o apontamento da melhoria nos processos mapeados. Algumas ferramentas auxiliam nesse trabalho (www.bizagi.com), mas o feeling do analista de processos de negócios é fundamental para o sucesso dessa atividade.

Ainda creio que o mercado nacional irá ceder mais crédito à esse tipo de profissional. Espero que seja em breve!

Informações em (www.abpmp-br.org)